"(...) quando os parricidas e os assassinos são castigados, não há homem honesto que sinta pena; deve até alegrar-se em tais casos, assim como naqueles em que os êxitos estão de acordo com o mérito: ambas as coisas são justas e causam prazer ao homem honrado, porque, necessariamente espera que o que aconteceu ao seu semelhante lhe possa acontecer também a si."
Aristóteles, Retórica, 1386b, tradução de Manuel Alexandre Júnior, INCM, 2005, p. 187.
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