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por Carla Hilário Quevedo, em 21.05.03
A propósito dos posts escritos pelo Cruzes Canhoto e o Modus Vivendi acerca da exposição da privacidade, lembrei-me de um poema belíssimo de Konstandinos Kavafis. Em vez de vos trazer a tradução inglesa, preferi traduzir o poema do original (detesto a versão do Jorge de Sena e, infelizmente, o Joaquim Manuel Magalhães não o incluiu nos poemas traduzidos em colaboração com Nikos Pratsinis; uma edição excelente bilingue da Relógio d' Água). Espero que gostem.



O mais que puderes



E se não conseguires fazer da tua vida o que queres,

então pelo menos tenta-o,

o mais que puderes; não a humilhes

no contacto abundante com o mundo,

nas muitas acções e palavras.



Não a humilhes no vaivém

constante, expondo-a

à estupidez diária

de relações e ligações

até que se torne um fardo estranho.



(Konstandinos Kavafis, 1913)

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publicado às 18:45

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por Carla Hilário Quevedo, em 21.05.03
Gostaria de dizer que os seguintes blogues passaram a fazer parte da minha leitura diária: Ponto e Virgula; Bicho Escala Estantes e Pró-Tensão. Cada um com o seu estilo e todos imperdíveis.



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publicado às 17:30

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por Carla Hilário Quevedo, em 21.05.03
Mukankas, os dias de amuo já passaram. Let bygones be bygones.

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publicado às 17:17