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por Carla Hilário Quevedo, em 30.06.03
Leio regularmente o Socio[B]logue, o Jaquinzinhos, o Mata-Mouros e o Mar Salgado. Mas já disse que leio tudo, não disse?

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publicado às 11:35

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por Carla Hilário Quevedo, em 30.06.03
Um sentido agradecimento ao Nelson do blogue A Espada Relativa, que me tem aturado a infonabice. Já tentei fazer aqui um jogo de cores, mas deu asneira. Fico-me pela mudança no tipo de letra.

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publicado às 03:16

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por Carla Hilário Quevedo, em 30.06.03
Gosto do conceito de fake song do Liam Lynch.

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publicado às 02:53

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.06.03
O sempre gentil Pedro de Almeida Cabral escreveu-me numa mensagem que gostaria de saber o étimo de nistagmos e explica: "Nistagmos é o nome de uma doença congénita que faz com que o globo ocular não se consiga fixar num ponto só. Deste modo, os olhos tremem ligeiramente na horizontal ou na vertical conforme os casos. É uma doença incurável e não se sabe a sua origem. (...) Como já adivinhou, tenho essa doença, embora num grau muito diminuto mas que, mesmo assim, me incomoda ligeiramente. Para mim, saber a origem da palavra que a designa é saber um pouco mais de mim mesmo."



A ideia de que a etimologia nos pode ajudar a saber o que somos é muito bonita, Pedro, mas para responder a esta questão, vejo-me obrigada a fazer fliques-flaques à rectaguarda e terminar com um mortal empranchado. Não sei se o conseguirei ajudar (a merda do grego não explica tudo). Nistazo significa ter sono e é uma palavra antiga (aparece em Xenofonte e em Platão). Andei a pensar no que teria isso a ver com o nistagmos de que falou. Bem, com o sono vem a incapacidade de concentração (primeiro flique-flaque); o cabecear (segundo); os olhos a fechar (terceiro) e o quase adormecer (quarto). Associar tremer e cabecear de sono não me choca (mortal empranchado).

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publicado às 21:43

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.06.03
O meu marido chamou-me assim para ver imagens do gay parade: "Querida, vem ver as bichas." E eu que tinha um adereço perfeito para este evento - uma agenda Moleskine púrpura.

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publicado às 21:05

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.06.03
Acaba de acontecer o que mais temia: um leitor enviou-me um e-mail gentilíssimo a dizer que não percebeu um boi (outra expressão a explorar) do meu post sobre o grego e o latim. Pronto. Macei uma pessoa e isso chega-me. Descanse o leitor que para a semana tenho duas festas!

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publicado às 20:44

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.06.03
Lá pedi a Única emprestada a um amigo para ler a entrevista do Pipi e poder provar por A mais B (whatever that means) que se trata do douto Vasco Graça Moura. Afinal, podia ter lido a entrevista uncut publicada pelo querido do Paulo. Vejo que na lista de boatos sobre a identidade do Pipi não está o nome que sugeri. E com razão. É que o Pipi diz a uma dada altura: "O Pipi continua humilde." E a rapaziada do Linhas de Esquerda que me deu um prémio por essa sugestão? Não devolvo nada.

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publicado às 20:38

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.06.03
7000! Estou aqui! Muda o vestido, mas não muda a pessoa. E, por favor, não me confundam com o Pedro Lomba, esse navel-hater. O Pedro é um menino. (Pede-se uma interpretação literal desta frase.)

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publicado às 20:08

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.06.03
O querido latinista ilustre, a quem faço uma vénia de respeito e de admiração, não responde à minha pergunta aborrecida sobre a terminação -ador, que poderia significar aquele que faz alguma coisa e se teria algo a ver com o actor (oris) latino. A sua resposta de especialista serviria para esclarecer a dúvida reinante na blogosfera entre os termos blogador, bloguista e blogueiro para descrever os que por cá andam e que por cá escrevem.



Aproveito para dizer que o grego é grego e mainada. O grego antigo e o grego moderno são diferentes porque a língua evolui, desenvolve-se, muda; mas são ambas grego. O latim e o italiano são línguas diferentes (sendo o italiano a língua que mais se aproxima do latim) com nomes diferentes.



O grego adaptou muitos vocábulos do latim e o latim do grego. A palavra grega dokimantér (o "nt" inicial utilizado pelo latinista lê-se "d", uma oclusiva que os gregos não têm) vem do francês documentaire, ao contrário do substantivo documento ou do verbo documentar que chegam ao grego por via do italiano. Porquê? Não sei. A palavra documentário não existia em grego nem em latim, dado que se trata da descrição de uma realidade recente. Mas o latino doceo (verbo que significa ensinar, demonstrar) teve mais sucesso do que o grego didasko. Passou para várias línguas (veja-se o inglês documentary e o alemão Dokumentar) e o grego aproveitou.



Quanto à passagem de oôn para augo e de hydor para neró falarei mais tarde. Só um comentário por agora: as palavras não se trocam; mudam, sofrem influências, mas não me parece que se substituam.

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publicado às 19:49

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.06.03
É impressão minha ou está tudo em casa a blogar? E se hoje a blogosfera se tornasse uma espécie de chat gigante?

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publicado às 18:01

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