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por Carla Hilário Quevedo, em 20.06.03
Ainda antes do esperadíssimo post sobre a bondade (esperado por mim própria, entenda-se), fica a referência ao 7000 Nomes, que também estava na festa do Frágil. E o que estavas tu a fazer lá em cima, quase às seis da manhã, meu grande malandro? No domingo lá estaremos caídos na festa da querida Adriana. Festas! Festas! Festas!

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publicado às 16:13

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por Carla Hilário Quevedo, em 20.06.03
Não tenho tido tempo para nada. Entre a praia e as festarolas, a Iris Murdoch e o Homero (bocejo para este último) e a blogosfera pejada de escritos novos e interessantes, vejo-me impossibilitada de escrever tudo o que queria. Se calhar, melhor.



Mas gostava, por exemplo, de me demorar em descrições pormenorizadas da festa divertidíssima do aniversário do Frágil, na quarta-feira, em que, num momento de inspiração dei por mim a explicar desta forma o que era o Frágil a uns rapazes ingleses que tentavam estabelecer contacto com as nativas (a minha amiga Marta e eu): "This is a gay bar. Well, you're English, right? Then you've come to the right place." Depois disto, o mais novito tentou a todo o custo fazer com que eu engolisse as minhas palavras (que expressão tão engraçada), utilizando para isso a táctica da asneira. Em cada frase que proferia, lá vinha um mínimo de fuck yeah, motherfucker a potes e cheguei mesmo a ouvir um cocksucker daquela boquita imberbe. Lá tive de desferir o golpe de misericórdia: "Just because you say motherfucker all the time, that doesn't make you less gay."



Mas os momentos mais hilariantes pertencem ao meu marido, claro. E quem não quiser ler nada acerca da vida privada, que mude agora de blogue. A reacção do meu marido a este tipo de situações é sempre certa e brilhante. Senão vejamos. Quando viu os rapazes a quererem meter conversa, aproximou-se, apresentou-se e disse: "Look, this woman (apontando para mim), NO!; this woman (apontando para a Marta), maybe." Ficou logo tudo esclarecido.



A festa prolongou-se até de manhã, com inúmeras peripécias que aqui serão omitidas (todos em coro agora: oooooooooohhhhh!). O próximo post será sobre a eterna questão do que é ser uma boa pessoa.

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publicado às 10:10