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por Carla Hilário Quevedo, em 06.07.03
Ao Pipi, de quem muito se falou no jantar, dedico esta canção.

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publicado às 19:46

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por Carla Hilário Quevedo, em 06.07.03
Pronto. Começo eu a falar sobre o jantar da UBL. Apesar de o Espaço Lisboa ser agora considerado um restaurante governado pela extrema-esquerda que pretendeu boicotar (sem nenhum sucesso) a nossa reunião, o arroz de pato estava uma verdadeira delícia e as farófias divinais (tenho cá uma teoria que diz que uma rapariga não é completa sem a sua sobremesa hipercalórica).



Bonito foi ver as caras de quem não conhecia e associá-las à escrita de quem leio há algum tempo. Acredito que as pessoas são aquilo que escrevem (talvez até por eu própria julgar que sou aquilo que escrevo), mas é nestas alturas que penso que estou errada: são melhores. Na escrita podemos omitir sentimentos e até mentir porque o texto é uma organização do nosso pensamento. Nessa organização, muitas coisas ficam esquecidas. Como sou afectiva, é-me impossível dissociar os afectos da organização racional na escrita.



Adorei conhecer o nosso Roman Polanski (como reconheceu imediatamente o meu marido) Pedro Lomba porque é jovem e inteligente. O que mais se pode querer da vida, meu querido Pedro? O Pedro Mexia é um doce de timidez com graça (usa essa vantagem com as raparigas, Pedro! As miúdas gostam disso). Os rapazes impecabilíssimos do De Direita são mais do que o que escrevem: são muito giros. O irmãos Noronha d'O Intermitente e do Valete Fratres! merecem castigo por nos terem privado da sua companhia no pós-jantar. Os complotistas são maravilhosos e fazem-me acreditar na próxima geração. Miguel, nunca mais deixes que te trate com paternalismo e que te mande para a cama no chat do Pastilhas. O fundador da UBL, Statler, veio expressamente da Covilhã para o evento e ainda bem! O Manuel do Picuinhices é o adulto mais persuasivo que alguma vez conheci. A sua mulher, a bonita e simpática Teresa, escolheu bem o pai dos seus filhos.



Aos amigos Nuno, Zé Diogo e Clara só quero dizer que vos adoro e que se fosse homem queria namorar com a Clara. Mas como sou mulher, escolhi o Carlos.

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publicado às 11:44