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por Carla Hilário Quevedo, em 15.07.03
Gngngngn (a esfregar as mãozinhas). O Ivan Nunes é mais novo do que eu. Estou tão chateada! Eu a pensar que se tratava de um senhor respeitável dos seus 50 anos e afinal sai-me um catraio que escreve bem que se farta. É um menino de oiro! Ó Ivan, a partir de hoje trato-te por tu. É agora que escrevo umas linhitas sobre o paternalismo. Ou não.

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publicado às 20:37

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por Carla Hilário Quevedo, em 15.07.03
Nestes dois ou três dias de pranto, recebi e-mails muito carinhosos e simpáticos. Estou atolada em flores e já apanhei uma dor de barriga da quantidade de bombons que recebi. Não há tristeza que me afaste de um bom chocolatinho. Em vez de me comover (já seria lágrima a mais), sorri com as palavras bonitas que me dedicaram. Obrigada a todos.

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publicado às 20:28

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por Carla Hilário Quevedo, em 15.07.03
Vi o Fernando (vulgo emplastro) no programa do Herman a dizer que a SIC é bonita. As televisões gostam de mostrar os seus loucos: a Linda Reis, o Alexandrino (a meu ver, um louco perigoso), outros tantos nos telejornais e agora o pobre Fernando. Já perceberam por que razão digo que a loucura não tem piada nenhuma? Não tem. Nunca tem. Quando além de loucura temos miséria, ainda pior. A única coisa que me parece errada é culpar a televisão por mostrar estas coisas. A televisão é um negócio em que não há moral. Não serve para educar, nem para ensinar nada a ninguém. Não serve para orientar e nem mesmo para informar. Trata-se de um negócio cujo objectivo é entreter. E o povo português diverte-se com a loucura e aplaude-a. Afinal de contas, quem não tem moral: a televisão ou os espectadores?

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publicado às 19:54