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por Carla Hilário Quevedo, em 17.07.03
Sempre que o latinista ilustre escreve um texto, fico feliz. Venha de lá o Bruno Bettelheim (dele lembro-me - mal - da Psicanálise dos Contos de Fadas) e a interpretação da palavra holocausto. Pois eureka é uma muito boa palavra. Significa simplesmente encontrei (como referiu o latinista). Trata-se do pretérito perfeito do verbo ainda hoje utilizado pelos gregos, vrisko. Em grego antigo, o aoristo (tempo do passado) era construído com o chamado aumento (a letra "e" como uma espécie de prefixo), além da conjugação verbal. Neste caso, dir-se-ia evrika. Agora, o aumento caiu e só se diz vrika. Coisas por que as línguas passam.

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publicado às 19:35

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por Carla Hilário Quevedo, em 17.07.03
Ando a ler o How to be Good do Nick Hornby. É um livro estranho e completamente diferente do romance filosófico The Good Apprentice, da Iris Murdoch. No primeiro, a personagem principal é uma médica adúltera que se auto-intitula "boa pessoa" e no segundo é um professor que decide abandonar tudo para se fechar num mosteiro e dedicar ao bem. Porque será tão importante para ambos ser bom e, sobretudo, ser reconhecido como uma boa pessoa?

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publicado às 19:20