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por Carla Hilário Quevedo, em 24.08.03
Por agora, o bomba de ouro vai paaara: Filosofia e Bolachas!



Limitando-me ao panorama mainstream da actualidade:



"Feel good, feel good / it's the same old game / feel good, feel good / don't got no more brain"- Feel Good

Time, Pink.



"Sou inconsciente / como a gravidez adolescente"- Não Percebes, Sam The Kid.



"Shortie, it's your birthday / we gon' party like it's your birthday / we gon' drink barcadi like it's your birthday / and we don't give a fuck it's not your birthday"- In Da Club, 50 Cent.



"Uh-oh, uh-oh, uh-oh / uh-oh, uh-oh, uh-oh" - Never Leave You, Lumidee.



"Whatever floats your boat / or finds your lost remote" - The Whole World, Outkast.



"Go downtown / and eat it like a vulture"- Work It, Missy Elliot (de facto, eu diria que qualquer parte desta canção serviria para pôr aqui... a Missy Elliot realmente é uma das letristas mais brilhantes da actualidade, e não estou a ser irónico).



"Mister you're on fire mister! / no sir, I'm ok!" - Mr. You're On Fire Mr., The Liars.



"Y'all cats were just too blind to listen" - Multiply, Xzibit.



"Rah rah like a dungeon dragon"- Pass The Courvosier, Pt.2, Busta Rhymes.

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publicado às 23:07

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por Carla Hilário Quevedo, em 24.08.03
Leio o Abrupto todos os dias, como se fosse uma espécie de Pai-Nosso, ao qual não resisto, a que não posso escapar. Isto por uma razão muito simples: o Abrupto tem muita qualidade. Gosto dos textos (e só o maradona sabe como me custa ler textos com erros e gralhas), gosto das imagens, gosto muito do gosto que o Pacheco Pereira tem no seu blogue, no orgulho absolutamente compreensível que tem no que faz.



O Abrupto, em tempos, acusou os blogues da UBL de fazerem comentários carloscastrianos acerca do jantar que se realizou. As respostas seguiram-se (e foram muitas). Até aqui tudo normal. O único problema é que o próprio Abrupto farta-se de os fazer. Passo a explicar. O Carlos Castro é um avaro de referências. É o rapaz que faz comentários do género "aquela de Cascais que levou o vestido e não pagou e que toda a gente sabe quem é mas agora não digo". O que se passa é que o CC é um cobarde, porque fala das pessoas sem as mencionar. Nada disso aconteceu nos comentários do jantar da UBL, mas acontece frequentemente no Abrupto.



Exemplo disto que digo é o mais recente texto intitulado "Early Morning Blogs 32", que transcrevo.



Os geógrafos têm um conceito para estudar a parte “humana” da sua disciplina – os “lugares centrais”. Na nossa blogosfera também há “lugares centrais”: um é o Magnólia, outro a FNAC do Chiado. Do Magnólia nada posso dizer porque não conheço. Quanto à FNAC do Chiado intriga-me que nunca haja referências à FNAC do Colombo. Estranho, até porque a FNAC do Colombo é muito melhor do que a do Chiado… Porquê? Será que moram todos no Chiado? Os nossos autores de blogues não entram em centros comerciais? Só vão directamente para as livrarias?



Bom, como referi ontem uma conversa que tive na Fnac do Chiado, a carapuça Prada serve-me perfeitamente. Também deve servir ao Pedro Lomba e ao Pedro Mexia e, provavelmente, a mais uma série de blogueadores que escreveram alguma vez sobre a Fnac do Chiado. Mas toca a responder às perguntas que o post já vai longo!



1. A secção de textos da Antiguidade Clássica da Fnac do Colombo é muitíssimo mais fraca do que a do Chiado;

2. não moro no Chiado, mas moro no Rato (não lhe posso dizer a morada por razões óbvias);

3. o único centro comercial a que vou é ao das Amoreiras, porque é muito perto da minha casa;

4. não existe uma relação directa entre centros comerciais e livrarias.



E pronto. Deixe lá, ó Abrupto. Também gosto de si.

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publicado às 13:19

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por Carla Hilário Quevedo, em 24.08.03
Do blogue A Origem do Amor chega pela fresca uma sugestão de versos engraçados em músicas que não interessam fixar.



Um dos maiores êxitos do Verão passado foi As Meninas da Ribeira do Sado. O meu contributo para este vasto reino da pop single alentejana, é uma música que aprendi quando pequeno, em Vila Verde de Ficalho, terra de mê pai, que embora não seja conhecida do grande público merecia figurar no Top Ten Português. Segundo o meu já falecido Ti Chico, a cantoria rezava assim:



(cantar com sotaque alentejano e repetir sempre cada frase uma vez)

Olha a gata, olha a gata, que me foi à salgadeira,

Comeu o toucinho todo que estava na frigideira.

Que estava na frigideira, que estava pra mim guardado,

Lá vai ela, lá vai ela, com o rabo apendurado.

Com o rabo apendurado, com o rabo à rés-do-chão,

Lá vai ela, lá vai ela, olha a gata dum cabrão.




É incrível o que se pode fazer com três ou quatro palavritas...

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publicado às 11:22