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por Carla Hilário Quevedo, em 25.09.03
Tenho seguido com interesse os posts do Zé Diogo sobre a passada; ou seja, sobre o ritmo que damos ao nosso andar diário nos passeios de qualquer cidade. Felizmente, nunca passei pela triste situação de, de repente, estar a andar ao mesmo tempo do que o anónimo ao lado. Isto porque ando de facto muito devagar. Sou o pesadelo de qualquer pessoa que se queira simplesmente deslocar de um lado para o outro. A coisa comigo não é fácil. Há pessoas na rua, há cães ('tá bem visto, Zé Diogo) e há lojas. É muita coisa para alguém, como eu, que sai pouco de casa. O passeio (que o é sempre) tem de ser bem saboreado. Mesmo a ida à repartição de Finanças pode ser feita numa passada agradável, até com algumas paragens pelo meio. Sou, por tudo isto, companhia ideal para exposições. Não me chamem é para ir de casa até ao café. E chegar à hora marcada.

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publicado às 01:19

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por Carla Hilário Quevedo, em 25.09.03
Quero agradecer ao maradona a gentileza de fazer o peditório para os DVDs dos Monty Python (a colecção toda, obrigada; podem deixar no porteiro). É uma falha imperdoável! Para compensar (ou para ainda me enterrar mais), quero dizer que as séries Harry Enfield and Chums, Big Train, Coupling e Goodness Gracious Me (obrigada, Bruno!) estão entre as minhas favoritas de sempre.

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publicado às 01:06