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por Carla Hilário Quevedo, em 26.09.03
Ontem, antes da festa de lançamento d' O Inimigo Público (já a correr comprar o jornal!), o meu marido e eu jantámos num restaurante na Praça das Flores. Estávamos nós sentados na paz do Senhor, quando fomos impiedosamente interrompidos pela entrada de um grupo de 20 pessoas. O pesadelo chamava-se "jantar de empresa", com uma americana gordalhufa, de cara lavada a liderar as tropas. Os homens passaram o tempo todo a acariciar as gravatas e as mulheres (qual delas a mais desagradável de tão feia) a tentar perceber o que estavam a comer (duh!). Tentei então explicar ao meu marido: "Olha, The Office. Achas graça? Ha ha ha... Só me apetece desatar a chorar!"

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publicado às 09:29

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por Carla Hilário Quevedo, em 26.09.03
Às vezes dizem-me: "Olha, sabes que a não sei quantas ou o coiso e tal não gostam de ti?" Fico sempre um nadinha triste, embora na maior parte das vezes que ouço isto não conheça a pessoa que não gosta de mim. Mas a vida é mesmo assim. Há quem goste e há quem não goste. Embora por experiência tenha aprendido que os que não gostam não valem a pena.



É-me difícil não suportar alguém. As pessoas são só isso mesmo: pessoas. E não têm nada de especial. What's there not to like? Por isso, por princípio, gosto sempre. Passado algum tempo, a coisa pode descambar. Mas tal só acontecerá se houver uma grande aproximação entre mim e essa pessoa, coisa que também muito raramente acontece. O que é verdade é que as pessoas gostam tanto de nós como nós gostamos delas.

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publicado às 09:20