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por Carla Hilário Quevedo, em 09.12.03
Mas bom filho à casa torna. Isto já dá para continuarmos por aqui durante mais uns meses. Boa Ricardo!

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publicado às 00:57

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por Carla Hilário Quevedo, em 09.12.03
O Retórica e Persuasão está um nadinha farto disto... desmotivado, diz ele. O Terras do Nunca diz que percebe e que blogar é escrever e fartar-se, ler e participar ou não, escrever e fartar-se... O Pedro Caeiro assina em baixo.



Concordo com o que todos dizem. Afinal de contas a blogosfera é um evento social permanente e, como tal, é extremamente cansativo. O que cansa nesta actividade é a conversa permanente com os outros blogues. A interactividade dá cabo disto. Mas se não houver conversa, perde-se uma boa parte do interesse da blogosfera. E assim aproximamo-nos perigosamente de uma situação aporética, que nunca serve para ninguém. Quero acreditar que se dosearmos bem as polémicas, ignorarmos 99,9% das bocas e se fizermos umas férias de vez em quando, a coisa mantém-se. O problema é que não é isso que quero.



Quando blogar for igual a viver, isto deixa de ter piada. Sei que corro o risco de isso me acontecer porque o bomba é o meu diário pessoal, é interactivo (mesmo sem comentários) e muito parecido com o que sou (estou quase a dizer "o bomba inteligente sou eu"... ai, já disse!), mas vou esperar para ver.

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publicado às 00:47

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por Carla Hilário Quevedo, em 09.12.03
Anda uma pessoa a pensar que vai falar num blogue e pumba! tem logo uma alma gémea a antecipar-se. O Memória Virtual é um blogue útil e interessante, que está a reconstituir a história da lusoblogosfera. Parabéns ao Leonel Vicente!

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publicado às 00:26

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por Carla Hilário Quevedo, em 09.12.03
Vinte anos depois de borderline, feels like I'm going to lose my mind, Madonna canta hey, Britney, you say you wanna lose control, come over here I've got something to show you. Não vejo nenhuma diferença de atitude. Madonna continua tão interessante como quando Camille Paglia escreveu: "Madonna is the true feminist. She exposes the puritanism and suffocating ideology of American feminism, which is stuck in an adolescent whining mode. Madonna has taught young women to be fully female and sexual while still excerising control over their lives." E "Madonna has Judy Holliday's wisecracking smart mouth and Joan Crawford's steel will and bossy, circusmaster managerial competence."



Mas Paglia já não gosta de Madonna. Irrita-a a maternidade, as manias do budismo e as letras de chacha (a partir da lamechice da maior parte dos temas de Ray of Light) e, mais recentemente, os livros. Paglia estranhamente não percebe o descontrolo de Madonna (beija Britney e Christina e um dia depois apresenta livros para crianças). A liberdade afectiva que Madonna conseguiu parece-me fundamental nesse processo aparentemente destrambelhado. E nem me parece estranho vindo dessa autoritária do caraças. Agora, Madonna está mais livre para mandar como gosta, sem nada que a prenda; sem nada que a obrigue a reagir (a morte da mãe, a infância difícil, a educação católica, o pai, o ex-marido etc.). Paglia diz que assim não tem interesse; eu gosto ainda mais assim.

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publicado às 00:13