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por Carla Hilário Quevedo, em 24.04.04
Operação Apito Dourado: 250 mil euros de fiança? Gasp...

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publicado às 20:26

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por Carla Hilário Quevedo, em 24.04.04
Quem disse que não era bom sermos todos iguais?

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publicado às 18:27

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por Carla Hilário Quevedo, em 24.04.04
A manter: giro à brava (gosto, Luís), giro que se farta, tão giro que até dói (muito de bairro e engraçado), giro, gira, giríssimo, muito giro.

A abandonar: girito, girinho ou girozinho e girérrimo.

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publicado às 12:35

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por Carla Hilário Quevedo, em 24.04.04
Expressões e palavras a abandonar (reacções)



- O Vasco, disfarçado de John DiFool, sugere que se elimine da língua portuguesa algumas expressões que fazem mal ao mundo. Concordo muito com a sugestão de "índices" e "parâmetros" e "derivado a" (esse "derivado de" existe?). Talvez as possamos utilizar num relatório técnico chatíssimo que ninguém lerá. De outra maneira, não estou a ver. Mas o "portanto" faz imensa falta! Nunca em início de frase, mas no lugar que lhe é devido, muitas pessoas precisam dele como do pão para a boca. Não me parece boa ideia abandoná-lo. Quanto ao "era uma bica, s.f.f." não vejo mal nenhum. Posso estar enganada, mas parece-me que se trata de uma utilização do pretérito imperfeito como modo de cortesia, como em "dava-me uma moedinha?" ou "queria uma sandes de atum".

- O Pedro Caeiro escreve que é difícil separar a patologia da fisiologia e que os erros são uma coisa, usos incorrectos outra, expressões que soam mal, outra e embirrações pessoais, ainda outra. Sim. Já aqui disse algures, lá mais para baixo, que, dos erros claros (de gramática, como "fostes", "hádem" etc.) e dos usos incorrectos das palavras, não me interessa muito falar. Para isso servem as lobotomias e as aulas de português. Com esta rubrica aqui no bomba não pretendo fazer nem uma coisa nem outra (até porque não sou médica nem tenho vocação para educadora de infância. Já das expressões que soam mal, sim, interessa-me falar um bocadinho. No entanto, são as antipatias (prefiro, neste caso, a "embirrações") pessoais as que, curiosamente, me são mais queridas. Quando me falam em "patamares do saber" ou que "o texto tem de respirar" fico logo doentinha. Porque essa utilização das palavras significa muitas coisas, diz algo sobre as pessoas que as usam. E isso é, para mim, fascinante. Continuemos.

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publicado às 12:27