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por Carla Hilário Quevedo, em 05.05.04
Conversas deliciosas



- A moqueca de siri mole estava melhor que a moqueca de siri catado.

- Não faz mal. Temos o Derlei.

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publicado às 13:27

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por Carla Hilário Quevedo, em 05.05.04
Conversas deliciosas



- Mas agora soltam todos? É o Ritto, é o Cruz...

- Não faz mal. Temos o Derlei.

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publicado às 13:26

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por Carla Hilário Quevedo, em 05.05.04
Tenho seguido a promessa da Cristina desde 21 de Abril: "Se o FC Porto ganhar hoje ao Corunha, nunca mais digo mal do Bush, carago!" Viva o Puorto!

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publicado às 13:24

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por Carla Hilário Quevedo, em 05.05.04
Expressões e palavras a abandonar (reacções)



- O João sugere uma série de expressões a abandonar mais depressa que uma bala. São elas o já clássico "é assim", que agora está enterrado sem direito a lanterna no caixão e com os olhitos cheios de um spray que parece que cega (referência ao Kill Bill vol. 2, desculpem, mas não me vou esquecer disto tão cedo); "é a minha opinião", pois com certeza será se o dito texto for escrito ou dito na primeira pessoa. Essa é uma das expressões que o Jardel não dirá. Valha-nos isso; "se é a tua opinião, eu respeito-a": pois lá está, depende da pessoa. As expressões "isso é relativo" e "isso é subjectivo" dão direito a tese. "Está cientificamente provado que" vai de mãozinhas dadas com "estudos demonstram que" e mesmo abraçado a "está provado que". E as fontes, senhores? "Isso aconteceu derivado a" parece-me mesmo coisa de futebolês. Não percebo a expressão. Finalmente, a minha preferida de sempre: "eu sou muito frontal". Obrigada, João, por lembrares esta expressão querida aos pobres de espírito. Essa da frontalidade tão explorada em programas como o Big Brother só é comparável àquela magnífica "estou a ser eu própria(o)". Como se alguém estivesse interessado nos "frontais" ou nos "próprios".

- O Luís fala de um estudo com o título estupendo "the joy of banning", publicado no British Medical Journal. Aqui fica o post do Luís (sem a frase final em que ele usa a palavra arrgh "basicamente"). Ah, e gosto de banimento. Não gosto é de "do" banimento. Só para equilibrar a coisa. Obrigada!



"Do banimento das palavras

O ano passado também o British Medical Journal quis saber que palavras deveriam ser banidas da revista e da língua inglesa em geral. As top 10 na lista das mais detestadas foram:

9/11 ( o que era uma injustiça pois o BMJ tinha referido sempre o acontecimento como 11September);

clientes (utilizado para descrever doentes);

desenvolvidos / em desenvolvimento (para países);

milagre (em contexto noticioso)

modernização;

herói (para descrever alguém que morreu por ter tido o infortúnio de estar no lugar errado no momento errado).

As outras palavras eram circunstanciais e a piada perde-se na tradução (ou o amor é um lugar estranho, se quiserem).

Um leitor pediu o banimento de Great em Great Britain (por razoes óbvias). Paradigma, reforma (reorganização sem avaliação sistemática), lideres de opinião, basicamente, são palavras que ninguém consegue já ouvir sem prurido.

E também a palavra qualidade, a palavra cuidados, a palavra partilhar, a palavra comunidade, todas excessivamente utilizadas.



Tonks A, The joy of banning BMJ 2002; 325:1436 e tb referido por JAS Curr Probl Pediatr Adolesc Health Care 2003; 33:305-10"

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publicado às 13:09

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por Carla Hilário Quevedo, em 05.05.04
Cenas da vida conjugal



- Querida, não tens nenhum sentido de orientação.

- Olha que eu deslinco-te!

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publicado às 12:45