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por Carla Hilário Quevedo, em 18.08.04
A perfeição existe (5)





O norte-americano Paul Hamm ganhou o concurso individual de ginástica dos JO, deixando os coreanos muito aborrecidos e a ver navios.

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publicado às 22:46

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.08.04
Bomba de Ouro: "um post, lá por ser publicado não quer dizer que seja público...", de Diogo Belford Henriques, em NQdI.

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publicado às 19:33

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.08.04
Eu? Nã...



My Phase is Nemesis







Which Phase of the Greek Tragic Cycle Are You?




(Via BdE.)

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publicado às 18:25

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.08.04
Gulp: Malícia! Vamos as duas. Eu faço de intérprete. Ai...

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publicado às 12:38

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.08.04
Já agora (actualizado)





alguém me explica porque é que o vólei de praia é uma modalidade olímpica?



Reacções: o Jorge Palinhos, que aproveito para saudar na sua nova vida na blogosfera, lembra mais uma modalidade olímpica obscura, que consiste em alisar o chão o mais rapidamente possível: o curling. Não se percebe. É que não se percebe.



Ao João parece óbvio que os corpos de biquini das jogadoras de vólei de praia sejam a explicação acertada para a existência dessa modalidade. João, mulher sem cintura não tem, nem terá nunca formosura. Haverá quem fique iludido por rabiosques firmes. Percebo. Mas temos de exigir mais da vida.



O meu querido amigo João Pedro alerta-me, por e-mail, que além de as jogadoras não terem cintura, não têm também (e como se fosse pouco) tornozelos. E assim o vólei de praia passa à categoria de freak show.



O Filipe escreve-me e avança com a seguinte explicação: "É modalidade olimpica porque é giro, está na moda, gera dinheiro e patrocínios." Lá está: o vil metal! Mas quero ver contas, números, relatórios que provem que aquilo (o vólei de praia) é um bom negócio. Talvez.



O António, também por e-mail, diz o seguinte: "Bom... se a água, a relva, os diferentes pavimentos (e.g., tartan) fazem parte dos jogos, porque não meter também a areia? Assim se questionou o COI e então meteram o vólei de praia. Há quem fale em pressões de concessionários de praias, da indústria de extracção de areias. Não sei. Sei que a probidade do COI tanto o abriga das pressões interesseiras como dos desejos acovilhados no inconsciente de cada membro. Prevaleceu uma espécie de racionalidade ecológica, na escolha desta modalidade olímpica." Com que então "racionalidade ecológica"? Nada como uma explicação gira para animar neste dia chuvoso.



O Daniel defende que temos de ser tolerantes com todas as modalidades, mesmo com aquelas que nos parecem coitadinhas: "Eu próprio abomino, por exemplo, o halterofilismo. Acho a ginástica uma seca total. Contudo, devo, dentro do espírito olímpico, negar os meus gostos, respeitar os atletas, ver e tentar compreender a competição... É a minha humilde contribuição para a glorificação de quem trabalhou para, por momentos, estar no pedestal, para receber a coroa de louros (já viu que bela ideia, nestes jogos, tiveram?)" Tem razão. Mas não haverá ninguém que diga "ó Stolichnaya, porque é que não tentas o pentatlo, em vez de estares aí a mexer os dedos atrás das costas?" E a ideia da coroa de louros (ramos de oliveira como recebiam os atletas antigos) é muito bonita.



O Zedtee não tem pachorra para o vólei de praia. My feelings exactly. O bom mesmo é que já acabou. Iupi!

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publicado às 11:50