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por Carla Hilário Quevedo, em 30.09.04
Tu hoje acordaste grávida







Eu, Charlotte Maria Quevedo, aceito honrada o convite que me foi dirigido. Esteja certa, Papoila Maria Baptista, de que cumprirei as funções de Conselheira Pré-Natal com determinação e brio durante os meses que se seguem. Qualquer desvio à norma papoliana será severamente castigado com jejuns, noitadas e t-shirts do Mickey. Sob o mandamento "dormir bem e comer melhor é bom para tudo e mesmo para a procriação" acordarei doravante, sempre com o sentido nessa pessoa que agora habita no corpo da Menina. A Papoila tem uma pessoa dentro dela, é verdade. A Papoila pode dizer que tem uma pessoa dentro dela, porque tem mesmo. E se essa pessoa tem fome, a Papoila dá; se a pessoa quer dormir, a Papoila dá. Outra das grandes vantagens da gravidez será a possibilidade de falar na primeira pessoa do plural sem parecer ridículo. A Papoila pode usar frases como: "Nós queremos almoçar no balcão do Gambrinus a partir de hoje, todos os dias", "nós queremos dormir 18 horas seguidinhas e não queremos ouvir nem um pio" e assim por diante. O plural majestático faz finalmente sentido! São essas as tão faladas maravilhas da gravidez. E assim será a labuta da Minha Menina nestes nove meses em que a acompanharei, sempre de olho numa maior lamechada proibitiva (culpa das hormonas doidas, doidas), preparada para lhe atirar com as Críticas kantianas à cabeça ao menor deslize, ao mais ligeiro esboço de pirosada.



Uma palavra para a fiel depositária da catana giratória: usa-me essa merda que tenho os bracinhos cheios de arteriosclerose.



P.S.: a t-shirt segue pelo correio.

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publicado às 22:53

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.09.04
Eu hoje acordei assim...





Madonna



... toda vestida.

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publicado às 13:16

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por Carla Hilário Quevedo, em 28.09.04
Eu hoje acordei assim...





Brigitte Bardot



... a pensar que uma das mulheres mais belas de sempre faz hoje 70 anos.

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publicado às 10:03

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por Carla Hilário Quevedo, em 28.09.04
A passagem do tempo





White Rabbit

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publicado às 01:39

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por Carla Hilário Quevedo, em 27.09.04
Eros - Nível VI



Cool I am when I am with you

Cool I'm not when I am lonely



Madonna, Nobody's Perfect, Music.

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publicado às 10:16

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por Carla Hilário Quevedo, em 27.09.04
Bomba de Ouro: "A função da crítica é me divertir falando de livros. Não tem problema que esteja errada, se estiver errada divertidamente; mas nunca deveria estar certa, se estiver certa chatamente." Alexandre Soares Silva

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publicado às 10:04

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por Carla Hilário Quevedo, em 26.09.04
Eu hoje acordei assim...





Veronica Lake



... tarde e a más horas.

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publicado às 18:04

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por Carla Hilário Quevedo, em 25.09.04
Stop the Press! O Seta Despedida, mais um dos meus blogues preferidos, fez ontem um ano. Parabéns à Alexandra Barreto!

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publicado às 14:34

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por Carla Hilário Quevedo, em 24.09.04
Eu hoje acordei assim...







... embora, lamentavelmente, sem a parede almofadada que tanto jeito me daria agora. Pronto, está bem... não acordei de laço na cabeça. Parece-me é melhor ter a fotografia da Rita Hayworth no ecrã do que um texto a dizer que não tenho tempo para escrever. Pathetic. Até jázinho!

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publicado às 10:35

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por Carla Hilário Quevedo, em 23.09.04
Confirma-se: já aqui escrevi que não tenho tempo para escrever no blogue, certo? Pois confirma-se! Gostaria, no entanto, de dizer o seguinte: ao contrário daquilo em que durante muito tempo acreditei, o que lemos pode modificar-nos. Não, não. Um momento. É melhor passar isto para a primeira pessoa porque de mim sei eu (saberei mesmo?), já dos outros... Ora, posso agora afirmar que mudei por causa de algumas coisas que li. Essas palavras, além de me terem permitido pensar sobre assuntos de outro modo não me passariam pela cabeça, ajudaram também a que compreendesse outras questões que de facto me atormentavam. Houve alguém que na sua vida, sem saber nada de mim, dedicou o seu tempo a resolver os meus problemas. Deixar que as palavras dos outros (dos que admiro) mudem o que sou é a minha maneira de respeitar profundamente os seus autores. Aprender é isso. O que digo parece vaidoso, mas - read again! - não é. E o sofrimento é do género feminino que nunca leu Séneca.

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publicado às 10:53

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