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por Carla Hilário Quevedo, em 14.06.05
Six Feet Under Notes


David: "Girls night out? I'm in."

David relaxa a fazer limpezas. Não passa de uma Bree Van-Com-As-Outras. E os ataques de pânico que não passam, o sofrimento, o trauma. Nem eu recuperei daquele episódio, quanto mais David! Celeste: "Please, don't minimize my depression. I would never do that to you." Celeste tornou-se, subitamente, uma das personagens mais sensíveis desta série. Claire tem uma fotografia muito boa que quer guardar só para ela. "What's so scary about getting close to someone?" No dia em que todos soubermos a resposta (ou em que essa resposta for a mesma para toda a gente), o mundo torna-se outra coisa. Ando a contar os episódios para o desagradabilíssimo George desaparecer do mapa. A coisa dos fósseis pode ter sido a machadada final. Não: a visita à irmã. Ruth "needs to chase Julia Roberts like a wild boar". E Luís, "Nathaniel is... Nathaniel" por oposição a "a cat is... a cat", mas não a "George is... George", porque "we all pick the same person over and over again". Adoro Kathy Bates! Bettina: "It's a show about the Elgin marbles. How focused can he be?" George está concentrado no acessório, no que não interessa a ninguém. Rico, já que tem a fama, fica com o proveito. E, finalmente, ao ver a cena de Lisa (o espectro) a atirar maçãs a Nate, lembrei-me da Metamorfose, de Kafka. Luís, também sofro do mesmo! Isto que tem a ver com aquilo, que por sua vez... Bom, a cena da Metamorfose é estranha: Gregor Samsa (o escaravelho), sai do quarto e o pai ataca-o, atirando-lhe maçãs. As primeiras rolam pelo soalho, mas as seguintes ficam coladas no corpo. Quer expulsá-lo do paraíso? Crucificá-lo? Salvá-lo? Talvez Lisa não tenha atirado maçãs a ninguém. Nesse caso, as frases anteriores ficam sem efeito.

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publicado às 16:31

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por Carla Hilário Quevedo, em 14.06.05
Eu sabia que isto estava escrito em qualquer sítio (27)

"As minhas aversões são simples: a estupidez, a opressão, o crime, a crueldade, a música ambiente. Os meus prazeres são os mais intensos que o homem conhece: escrever e caçar borboletas."

de Vladimir Nabokov, Opiniões Fortes, Lisboa, Assírio & Alvim, 2005, p. 21.

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publicado às 15:44

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por Carla Hilário Quevedo, em 14.06.05
The sound of bomba

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publicado às 00:57