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por Carla Hilário Quevedo, em 03.09.05
Ninho de cucos (27)


A minha querida amiga Maria João enviou-me este linque para podermos ver gatinhos muuuito zangados. Com certeza traumatizados! Cliquem em todas as fotografias da galeria. Brrr...

E, de repente, lembrei-me do Hello Kitty (esta pobre cabeça). Parece que se transforma...

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publicado às 21:30

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por Carla Hilário Quevedo, em 03.09.05
Quando Gerald acordou Geraldine...

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publicado às 21:24

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por Carla Hilário Quevedo, em 03.09.05
Blockbomba: Hitch (não, o filme não é bom, mas é engraçado e gostei particularmente da no dancing policy. A big boa Eva Mendes não desaponta os fãs e Will Smith é um quido. Sempre achei).

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publicado às 21:03

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por Carla Hilário Quevedo, em 03.09.05
Ilustração


de Valiant.

Apesar do magnífico rato Gaston a gritar "sabotage!", não se incomodem. Esperem por Chicken Little.

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publicado às 17:30

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por Carla Hilário Quevedo, em 03.09.05
O menino da mamã e da avó (18)

O senhor Verdurin antipatiza com Swann e acha-o um presumido. Mal o adjectiva, a senhora Verdurin embirra com a palavra "presumir", como se Swann fosse "mais que eles" (242); como se houvesse alguém capaz de ter um conhecimento superior e, pior, distante. É preciso assinalar que a senhora Verdurin utiliza expressões como "comer as papas na cabeça" (229) ou "por dá cá aquela palha" (227)... A senhora Verdurin, coitada, uma vez de tanto rir com as piadas do pianista, que em vez de tocar (felizmente para a senhora, veja-se a fita que faz, nas páginas 221-2, quando o pianista tenta tocar a sonata em fá sustenido, chamando de imediato o médico por prever o pior, como ficar "oito dias de cama" por causa daquilo), se tinha posto à conversa com o casal e os convidados, deslocou o maxilar. O doutor Cottard tratou de o colocar no sítio (202). Não desloquei o maxilar, mas ri-me muito com a passagem em que Swann é praticamente obrigado a apalpar os bronzes do canapé da senhora Verdurin (221-2): "Mas, senhor Swann, não há-de ir-se embora sem ter tocado nos bronzezinhos dos espaldares. Não é uma pátina tão suave? Não, não, com a mão toda, apalpe-os bem. - Ah, se a senhora Verdurin começa a acariciar os bronzes, esta noite, não ouvimos música - disse o pintor. - Cale-se, não seja desagradável. (...) Swann apalpava os bronzes por delicadeza e não se atrevia a deixar de o fazer imediatamente." (222)

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publicado às 00:01