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por Carla Hilário Quevedo, em 10.10.05
Carnivàle lights (7)



Caro Luís, se Rodrigo Garcia também realizou alguns episódios de Six Feet Under e The Sopranos, então esta teoria respeitável vai completamente por água abaixo. Oh, well, foi bom enquanto durou.

The River: Brother Justin quer atirar-se da ponte. E atira-se. Ruthie: "Wanna go snake hunting?" Cada um convida para o que pode. Todos querem ir embora. Duas crianças encontram Justin caído. Justin redescobre Alexei. Hack Scudder salvou Ruthie e isso torna-a especial. Ben derrota o homem mais forte. Sophie não sabe o dia em que nasceu, mas foi no dia em que Apollonia adoeceu. O porco encarnado. Stumpy recusa. Jonesy. Dolan anagaria dinheiro para a nova igreja. Dolan é uma espécie de demónio moderno. Iris mente quando diz que não ouviu tudo no rádio e conta a sua história: "Pray to God, but row for shore." A receita é ter fé e agir. Regresso a Brother Justin na ponte: "I killed him." Ben cura o braço de Gabriel e mata todos os peixes no rio. Stumpy não consegue partir com Rita Sue e Sophie. O telefone toca. Alexei diz a Iris: "You always knew what was inside me."

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publicado às 19:49

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por Carla Hilário Quevedo, em 10.10.05
Coisas que melhoram algumas vidas (33)

Ler uma crítica (de um e-mail, obrigada) do The Sunday Times acerca do livro de Bettany Hughes sobre Helena de Tróia: "(...) there is not a shred of contemporary evidence, not a scrap, that Helen ever existed".

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publicado às 19:39

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por Carla Hilário Quevedo, em 10.10.05
The sound of bomba: proponho que ouçamos Il n'y a plus d'après, de Guy Béart, cantado por Anthony Perkins (sim, o próprio Norman Bates), com a pronúncia mais bonita que um anglófono pode ter. O tema tem qualquer coisa de "canção do bandido". Daqui a uns dias, veremos como o canta uma mulher, no caso, Juliette Gréco.

Il n'y a plus d'après
de Guy Béart
canta Anthony Perkins

Maintenant que tu vis
A l'autre bout d'Paris
Quand tu veux changer d'âge
Tu t'offres un long voyage
Tu viens me dire bonjour
Au coin d'la rue Dufour
Tu viens me visiter
A Saint-Germain-des-Prés

Il n'y a plus d'après
A Saint-Germain-des-Prés
Plus d'après-demain
Plus d'après-midi
Il n'y a qu'aujourd'hui
Quand je te reverrai
A Saint-Germain-des-Prés
Ce n'sera plus toi
Ce n'sera plus moi
Il n'y a plus d'autrefois

Tu me dis "Comme tout change!"
Les rues te semblent étranges
Même les cafés-crème
N'ont plus le goût qu'tu aimes
C'est que tu es une autre
C'est que je suis un autre
Nous sommes étrangers
A Saint-Germain-des-Prés

Il n'y a plus d'après
A Saint-Germain-des-Prés
Plus d'après-demain
Plus d'après-midi
Il n'y a qu'aujourd'hui
Quand je te reverrai
A Saint-Germain-des-Prés
Ce n'sera plus toi
Ce n'sera plus moi
l n'y a plus d'autrefois

A vivre au jour le jour
Le moindre des amours
Prenait dans ces ruelles
Des allures éternelles
Mais à la nuit la nuit
C'était bientôt fini
Voici l'éternité
De Saint-Germain-des-Prés

Il n'y a plus d'après
A Saint-Germain-des-Prés
Plus d'après-demain
Plus d'après-midi
Il n'y a qu'aujourd'hui
Quand je te reverrai
A Saint-Germain-des-Prés
Ce n'sera plus toi
Ce n'sera plus moi
Il n'y a plus d'autrefois

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publicado às 19:10