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por Carla Hilário Quevedo, em 12.01.06
Eu hoje acordei assim...

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Brad Pitt

... caro João Gonçalves, este sim, seria um acordar difícil. Quanto à minha afirmação, não arredo o pé. É exactamente isso que penso. Sei que não desenvolvi, nem justifiquei, nem sequer expliquei e as afirmações das pessoas valem o que valem: umas valem mais, outras valem menos. A minha, pelos vistos, valeu o suficiente para suscitar reacções. Mas falemos de qual seria para si, o melhor escritor português vivo. José Saramago? Dear Lord! António Lobo Antunes? Talvez, para quem gosta de ler em voz alta. Mário Cláudio? Boring logo na primeira frase e, para isso, se calhar, é preciso ter talento. Hm, Agustina Bessa-Luís é uma fortíssima candidata ao título, mas tenhamos em atenção que se trata de um estilo completamente diferente, além de haver uma diferença fundamental: o Miguel Esteves Cardoso influenciou a maneira de escrever e de pensar de muitas pessoas que presentemente ganham a sua vida a escrever. Muitas vezes nem sequer sabem que estão a referir-se a qualquer coisa que já foi imaginada, escrita, dita e desenvolvida por ele e isso é a influência a funcionar. Poderá gostar, não gostar, adorar, detestar, negar, mas não poderá convencer-me do contrário (percebo que não tentou, mas estou a antecipar qualquer tentativa, ainda que mínima). Aquilo que penso a este respeito não é negociável. Mas, pelo que já percebi, temos outros pontos em comum: Kavafis e Desperate Housewives parece-me mais que suficiente para que continuemos a conversar. Adenda: vejo que temos mais um ponto em comum: o gosto pela poesia de Joaquim Manuel Magalhães, um Professor inesquecível. Um beijinho.

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publicado às 11:37