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por Carla Hilário Quevedo, em 09.04.06
Coisas que melhoram algumas vidas (39)

Para aqueles que preferem cartoons (que podem ser os mesmos que apreciam Plauto ou não), Ibañez, no La Nación de Buenos Aires.

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publicado às 19:29

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por Carla Hilário Quevedo, em 09.04.06
Coisas que melhoram (mesmo só) algumas vidas (39)

Ler as Comédias de Plauto. Viva!

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publicado às 16:25

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por Carla Hilário Quevedo, em 09.04.06
Uns sobre outros: "The syphilis and gonorrhea of the theatre." David Mamet sobre os críticos Frank Rich e John Simon.

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publicado às 16:06

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por Carla Hilário Quevedo, em 09.04.06
Etimologia hebdomadária

A palavra para hoje é crítica. Dificilmente olhamos para o vocábulo sem pensar que é qualquer coisa negativa, desagradável, que alguém diz mal de alguém de alguém ou de alguma coisa. "Criticar" e "dizer mal" são de repente (ou talvez nem tanto) sinónimos, quando, na verdade, a long, long time ago, o significado era sobretudo neutro. A krisis grega não era mais do que aquilo que Aristóteles designou por a possibilidade de discernir, de distinguir, de separar e - o mais interessante - de escolher. Naturalmente, tinha de haver meios para fazer esse julgamento, essa separação. Para tal, havia kritirión, ou critério: uma espécie de teste em que se comprovava a qualidade de alguma coisa, nomeadamente de um texto. Em Atenas, o krités era o juiz dos concursos de poesia. Curiosamente, a palavra aplicava-se também àquele que interpretava os sonhos. O que seria um crítico de sonhos? Seriam com certeza muitos os critérios por que se regeria. Atentemos no verbo krino e mais uma vez nos seus sentidos: escolher, seleccionar, destacar, separar. O verbo correspondente em latim, cernere, acrescenta ainda o bonito significado de "reconhecer claramente, sobretudo pelos olhos". Tudo isto me parece bom, talvez porque entendo a escolha como algo positivo e que faz bem. Mas para tal acontecer é preciso saber o que se entende por "bom" e "fazer bem". Hoje em dia, claro, porque na Atenas de que falo, as coisas eram mais claras e, sobretudo, não havia a conversa de chacha da "opinião subjectiva", que é coisa que não compreendo muito bem. Não entendo como é que formar uma opinião tem necessariamente de passar por o que somos e o mesmo, de certa forma, se passa com o gosto. Mas este é uma questão (difícil de explicar) que não pertence à etimologia. Talvez o problema dos críticos agora seja o de estarem demasiado ansiosos por falarem do que não gostam (tarefa inútil porque tem resultados pouco estimulantes para quem lê as críticas). Poucos falam do que gostam. Porque será? Talvez a culpa seja de Sófocles, que deu a krino um significado diferente (é capaz de ter sido nas Euménides): o de condenar e ler a sentença. Maldito tragediógrafo!

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publicado às 15:56

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por Carla Hilário Quevedo, em 09.04.06
Eu hoje acordei assim...

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Madonna

... Pilar, estou há mais de 24 horas à espera, a ouvir o Morrissey.
- Eu avisei que era sábado...
- Deixo, então, uma mensagem: muitos parabéns por dois anos de O Acidental, um dos meus blogues preferidos de sempre, estimulante, muito activo e - o mais importante - livre. Vinte e dois beijos e voltem com blogues individuais ou colectivos. Mas voltem depressa, está bem?

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publicado às 12:23