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por Carla Hilário Quevedo, em 18.05.06
Estimado Jansenista: Céleste podia ser uma megera, mas quando comparada com Fanny era uma lady. Só um breve esclarecimento, trata-se de um livro com depoimentos de Fanny, a empregada de Borges, redigidos por um jornalista e escritor, Alejandro Vaccaro. Na verdade, as palavras de Fanny funcionariam muito bem como uma entrevista a Manuel Luís Goucha e mesmo assim... Céleste foi objectivamente importante nos últimos anos de Proust e excedeu muito as simples funções de criada, tendo sido dama de companhia, secretária. O testemunho de Céleste é mais interessante, sem dúvida. Tenho pena de não ter visto o documentário a que se refere. (Lembro-me de ler pormenores, como por exemplo, Proust, grande asmástico, não se assoava a lenços novos - na minha opinião de médica que não sou - por causa daquelas fibras soltas nos algodões, que provocam uma alergia terrível, e Céleste lavava-os várias vezes até ficarem muito fininhos, precisamente sem aqueles fios soltos que tanto mal podiam causar.)

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publicado às 08:57

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.05.06
Três vezes parabéns: aos blogues Almocreve das Petas e No Quinto dos Impérios pelos respectivos terceiros aniversários, e ao Bicho Carpinteiro, que cumpriu um ano na blogosfera. A todos os meus muitos parabéns, muitas felicidades e muitos anos de vida.

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publicado às 08:28

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.05.06
Cenas da vida conjugal
[adaptado]

- Sumo de laranja natural?
- Tudo bem!
- Torradas com doce de morango?
- Nada contra!
- Café com leite?
- Sim, senhor!
- Mas é com o meu Varandas que eu quero estar fachabor!

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publicado às 08:25

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.05.06
Eu hoje acordei assim...

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Drew Barrymore

... a sério que acho (só hoje e durante as primeiríssimas horas do dia) que se devia legalizar a marijuana. Pronto, nunca fui a favor, mas parece que é inevitável (e isso é meio caminho andado para começar a aceitar as coisas). Mas também me parece que devíamos (a Europa, entenda-se) legalizar a cocaína. Embora não seja consumidora nem de uma coisa nem de outra (eu nem sequer fumo, WR; isto é só no blogue), aborrece-me que os cartéis da Colômbia sejam tão absolutamente trilionários. Hoje acordei muito chateada com os cartéis da Colômbia. Por serem tão estupidamente ricos.

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publicado às 08:10