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por Carla Hilário Quevedo, em 19.06.06
Entretanto: a Tunísia ganha por 1 a 0 à Espanha (mas ainda não acabou o jogo). É o regresso dos mouros! Actualização: afinal foi um falso alarme. Que susto...

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publicado às 20:40

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por Carla Hilário Quevedo, em 19.06.06
Depois não se admirem de os velhos serem abandonados

Augusto M. Seabra menciona o meu nome no último Mil Folhas. A que propósito, perguntam vocês e muito bem. Começa Seabra: "Sucedeu-me folhear a Única do "Expresso" de 30/12/05 e deparar com a coluna Bomba Inteligente de Carla Hilário Quevedo." Sucedeu-lhe folhear a Única de 30/12/05? É certo que cada um passa o tempo como quer e como pode, mas há aqui um gosto estranho por arquivos. Passa então a citar o que escrevi numa das colunas mais pequenas (desculpem a autocitação, mas tenho mesmo de a fazer): "A. O. Scott, do "New York Times", faz uma lista dos dez melhores filmes de 2005. Em primeiro lugar, encontramos "The Best of Youth" de Marco Tullio Giordana. O filme dura seis horas e conta a história de uma família de Roma, durante as décadas de 60 e 70. Pode ser interessante, nada contra, mas, sinceramente, seis horas? Sim, desconfio dessa espécie de maratona adaptada ao cinema. Mesmo com quatro intervalos, no mínimo, ninguém aguenta. Ou se trata de um caso de arrogância ou de talento. É um tipo de filme que todos esperamos que os nossos amigos vejam primeiro." Isto foi o que escrevi na Única. Agora o comentário de Seabra: "Se é Bomba ou não, desconheço, mas em vez de inteligente é ignorante no exemplo. (...) O que queria dizer, em nome de quem falava Carla Hilário Quevedo, de que "público", quando dizia que "ninguém quer ver"?" Comecemos (e talvez acabemos) por esta última pergunta: não escrevi que "ninguém quer ver". Então nem sequer lê o texto que cita? Além de deturpar completamente o sentido do texto, óbvio a ridicularizar um filme que dura seis horas, cita mal. Quanto ao comentário de desconhecer se sou Bomba, poupe-me a essa conversa pobre de blogue anónimo com três visitas diárias.

Nota adicional: o parágrafo de Augusto M. Seabra nada mais é do que um exemplo de cobardia. Não lhe passou pela cabeça "folhear a Única" e mencionar o texto que tanto o incomodou na altura em que eu escrevia no Expresso. Pois é. Podia responder-lhe no jornal... O que Seabra não percebe é a qualidade de leitura nos blogues, nomeadamente de alguns, como é o caso deste.

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publicado às 12:31