por Carla Hilário Quevedo, em 28.07.06
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por Carla Hilário Quevedo, em 27.07.06
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por Carla Hilário Quevedo, em 27.07.06
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por Carla Hilário Quevedo, em 27.07.06
Nas bancas!
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por Carla Hilário Quevedo, em 25.07.06
Estado em que se encontra este blogue
Monica Bellucci
O trabalho nas minas complica-se. Já cá venho!
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por Carla Hilário Quevedo, em 25.07.06
Soprano Talk (2)
Terei ouvido Vito Spatafore a dizer, no velório de Gene, a seguinte frase: "[Junior Soprano] marvingayed his own nephew"? Um episódio muito triste.
Quase parecia Six Feet Under Revisited! Julgávamos nós que a família Fisher era disfuncional! Depois a cena do sonho: não gosto, pronto. Mas isso sou eu que tenho as minhas coisas e não acho graça à mistura; se T. fosse uma pessoa normal,
yada, yada, yada e não sabe quem é
, yada, yada, yada. Mas voltando a
to marvingay, salvo erro, o significado tem a ver com a história da morte do cantor Marvin Gaye, assassinado pelo pai (se não me falha a memória), porque este não entendia um problema menor do filho com umas coisas que parece que se aquecem numa colher e depois... Adiante,
to marvingay your own nephew não faz grande sentido dado que o verbo já implica uma história (de um pai que dá um tiro no filho) e um significado e introduzir a questão do tio/sobrinho, parece-me levar-nos ao perigoso caminho do oxímoro, mas isso sou só eu a escrever em voz alta. Além de que Junior de nada se lembra (isso deve contar para a interpretação?): "
Se alguém enfiou um balázio no meu sobrinho, foi ele mesmo. É um deprimido."Já pensei se terá sido o tio o autor do assassínio de Marvin Gaye. Nessa altura, teríamos uma redundância,
muito apropriada ao bronquíssimo Vito, que está tão a pedi-las que até mete impressão! Christopher descansa o agente que apanhou uma doença qualquer no Paquistão, dizendo que não querem saber de terroristas e que até estão dispostos a ajudar. Nem a M.! Se bem que, segundo me lembro do que aprendi em
O Padrinho, a decadência começou com a venda de droga. Hmm...
terrorism could be the new heroin?
Come back, Tony come back...
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por Carla Hilário Quevedo, em 25.07.06
Paulo:
o cast é magnífico. Também não vou perder!
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por Carla Hilário Quevedo, em 24.07.06
Passei os olhos pelo programa Opinião Pública na SIC Notícias: pela minha saúde que ouvi um professor universitário a dizer que os judeus ficavam todos muito bem no Novo México! Depois um anti-semita primário a dizer que não-sei-quê mataram Jesus, a ligar directamente das cavernas. Tenho de repensar esta história da defesa da liberdade de expressão... Não deixo de me espantar como na Europa supostamente civilizada, democrática e livre, haja quem apoie a barbárie e aponte o dedo a quem é atacado e se defende. Uma vergonha.
Aproveito a pausa no trabalho (tenho poucos intervalos) para responder ao caro
HMBF. Não há nada a provar. O que se passou foi um acto de guerra: o rapto de dois soldados israelitas pela guerrilha do Hezbollah. A actos de guerra responde-se com actos de guerra. Por isso o conceito de desproporcionalidade é mera poeira hipócrita que anda por aí a circular. Servirá afinal muito bem aos que pensam que a guerra é uma brincadeira. A guerra é uma coisa horrível, em si desproporcionada, em que morrem civis. Infelizmente, já não há campos de batalha. Ou melhor, neste caso, o campo de batalha foi escolhido pelo Hezbollah.
O HMBF pergunta: "O Hezbollah, e os hospedeiros libaneses, só passaram a ser uma ameaça depois de terem raptado 2 soldados israelitas?" A sua pergunta leva-me a pensar que acredita (embora segundo o que escreve, perceba que não será essa a sua intenção) que Israel, perante a mera ameaça, deve agir; ou seja, já devia ter bombardeado o Líbano há muito tempo. Olhe, até concordava... Mas qual das duas partes escolheu o momento? O que o leva a pensar que terá sido Israel?
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