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por Carla Hilário Quevedo, em 04.07.06
Estado em que se encontra este blogue

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Até logo!

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publicado às 08:34

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por Carla Hilário Quevedo, em 04.07.06
Dos Antigos: do bem resulta sempre o bem, nunca o mal.

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publicado às 08:25

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por Carla Hilário Quevedo, em 04.07.06
Caríssimo Jansenista: esse fato de amianto de que fala parece ser quente. Não precisa nada de o ir buscar. Imprudência a minha de resumir a minha interpretação do estoicismo em três penadas (e na sequência de uma ligeira irritação, ainda por cima, apenas a pensar em Séneca e em perguntas como: "(...) já sentes coragem para fazer pouco da dor?" Cartas a Lúcílio, 78, 19). Sim, estóicos há muitos ou, na verdade, hoje em dia, poucos e estou a ser influenciada por um em especial. Vivemos numa época de excessiva exposição de sentimentos. A contenção não é valorizada, chegando muitas vezes a ser entendida como uma anormalidade. Não falo de uma contenção esforçada, mas natural. Refiro-me a um modo de vida incompreendido numa época em que, por exemplo, jogadores de futebol e adeptos sofrem. No outro dia, vi na televisão uma senhora a ser entrevistada sobre a intensidade da sua dor (julgo que por causa de um colóquio sobre o tema). Quando lhe pediram para situar de um a dez a intensidade da dor, a senhora apressou-se a responder, "entre o nove e o dez". Parece-me natural a resposta e não a julgo: simpatizo. Para a doente naturalmente pouco contida, a sofrer com a sua doença, aquela dor é o fim do mundo. Mas o momento de simpatia acaba quando dou por mim a pensar que se a dor estivesse nos níveis nove ou dez, a senhora teria desmaiado, não conseguiria simplesmente responder. Antes de me crucificarem (isso é que deve doer e não é pouco), gostaria de me proteger (só porque nos próximos dias não vou poder actualizar o blogue), dizendo que falo do ponto de vista de quem já sofreu e se riu do próprio sofrimento. A questão nunca me pareceu digna de nota, muito menos de interesse público. Mas é verdade que, na altura, a televisão não estava lá para me entrevistar.

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publicado às 08:10

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por Carla Hilário Quevedo, em 04.07.06
The sound of bomba: é isso mesmo que estão a ouvir.

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publicado às 08:02