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por Carla Hilário Quevedo, em 05.08.06
A quem possa interessar: Martha Nussbaum, em Of Beauty and Consolation, na SIC, às duas da manhã.

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publicado às 23:16

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por Carla Hilário Quevedo, em 05.08.06
Passear pela blogosfera é bom e faz crescer

- Começo por apresentar um protesto na secretaria da blogosfera: um mês de férias? Seguido? I object! Pronto, a etimologia fica para Setembro. Boas férias!
- De tanto ouvir falar de Baalbek parece que a guerra chegou a França. Ou à blogosfera (e lindas as sabrinas brancas Ferragamo).
- É o que dá concentrarmo-nos no acessório. A bagagem, but of course!
- A-do-rei este post no Postais da Novalis sobre um Mercúrio retrógrado e as suas influências ou ausências nos últimos dias de Julho. Vénus em Escorpião e Marte em Virgem em regime de permanência é bom, mau, assim-assim, não interessa a ninguém?
- Alguém sabe de que clube é o Daniel Oliveira? Estou a pensar em oferecer-lhe uma bandeira.
- Luís, as minhas desculpas, mas terei de invocar a Quinta Emenda. Por questões conjugais da máxima seriedade, não posso pronunciar-me sobre golos de outros clubes, sobretudo desse. Mas posso regozijar-me com este post do Francisco. Ah, a graça, o brilho, o fulgor! Amor, vem ver!
- Tem razão, estimada lolita! Substitua-se serial killer por assassino em série, remetido para Santa Comba Dão. Mas posso pensar noutros exemplos de coerência no mal (também no modus operandi), sem clichés, nem sequer norte-americanos. Caro besugo, não tem nada de pedir desculpas. Como viu, quanto àquela outra questão, obedeci.
- Caríssimo Luís Mourão, é falso que tenha um piercing no nariz, mas é verdadeiro que adorava ter. Obrigada e boa pergunta, sim: "Can I be me?" I can (or may) and I am as we speak.
- Entretanto, observemos Carlos Leone a viver em plena década de 60.
- Finalmente, A Questão Importantíssima: o que querem os gatos? A Sam deseja-me boa sorte (obrigada!) na investigação e quero dizer-lhe que me deixei de coisas e perguntei ao Varandas. Sugeri mesmo, Sam, aquilo que me disseste em privado e confirma-se. O Varandas, logo após a incómoda pergunta, correu para a zona do Kentucky Fried Friskies e deitou-se à espera. Está provado: os gatos querem comida. Vamos ao teste!

You Are: 30% Dog, 70% Cat

You and cats have a lot in common. You're both smart and in charge - with a good amount of attitude. However, you do have a very playful side that occasionally comes out!

Are You More Cat or Dog?

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publicado às 19:33

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por Carla Hilário Quevedo, em 05.08.06
A extrema-esquerda ama-me*

O autor do blogue umblogsobrekleist queixa-se da sua própria construção a respeito de dois posts que leu no blogue da vossa bomba de estimação. Diz então que chamei nomes a Zidane (má bomba, má!) por se ter comportado como um bronco e um animal (outra vez?) ao reagir com violência a palavras, mas que me - e agora cito as suas palavras - "[indigno] contra aqueles que falam em proporcionalidade para pôr em causa a amplitude da resposta israelita às provocações do Hezbollah, e que se sentem chocados por o rapto de dois soldados ter suscitado uma ofensiva que já causou centenas de mortos civis e muitas dezenas de milhares de deslocados". Da cabeçada de Zidane como resposta a um insulto até à guerra dá um passo tão grande que fica suspenso em espargata e isso deve doer. Para voltar a andar, precisa de uma muleta que se chama "proporcionalidade".

Resta-me dizer o óbvio: no post em questão, ao escrever (não gosto de me auto-citar, mas pelos vistos, tem de ser), "[a] actos de guerra responde-se com actos de guerra. Por isso o conceito de desproporcionalidade é mera poeira hipócrita que anda por aí a circular. Servirá afinal muito bem aos que pensam que a guerra é uma brincadeira. A guerra é uma coisa horrível, em si desproporcionada, em que morrem civis" estou a questionar o conceito de desproporcionalidade aplicado à guerra, algo em si mesmo desproporcionado. Os que dizem que uma resposta num contexto de guerra é desproporcional atribuem à guerra um equilíbrio e uma proporção que não tem. Por que razão o fazem? Por desconhecerem uma coisa óbvia? Não posso ser mais clara do que isto.

Se, por exemplo, alguém me insultar e eu responder dando uma cabeçada, já faz sentido falarmos de desproporcionalidade (aliás, seria o mínimo). Repetindo-me, trata-se de responder com um acto violento a meras palavras, por muito desagradáveis que sejam (voltando a Zidane, não nos podemos esquecer que se trata de um jogador profissional, com muitos anos a ouvir insultos e provocações). Vamos imaginar que, sempre que me insultavam na blogosfera, eu vingava-me dando uma cabeçada em cada um que o fizesse. Nessa altura, sim: podiam acusar-me de ser... desmedida.

* mas eu não tenho assim tanto amor para dar.

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publicado às 19:07

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por Carla Hilário Quevedo, em 05.08.06
Post actualizado: Soprano Talk (2).

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publicado às 18:28