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por Carla Hilário Quevedo, em 09.08.06
Soprano Talk (4)

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Grande episódio. Tony, acordado, não gosta do provérbio. E quem, afinal, o pôs ali? Talvez já lá estivesse. Alguém diz: "Each and every man is judged on his own merit". É uma boa frase, quase parece verdadeira e, em certos casos, até é. Há que acabar com a pílula e promover o Viagra, diz o pastor que visita T., e o negócio do lixo tem a sua própria filosofia: preocupações antigas e modernas demasiado misturadas. Um rapper baleado tem mais sucesso, mas 50 Cent levou nove tiros: este só levou sete. E Paulie, um sacana violento, sem dúvida, tem outra mãe: a tia Dottie, uma trapalhada. Sente-se traído, tadinho, tem problemas de identidade, e por breves instantes sinto pena dele. No fim do episódio, qualquer tipo de compaixão desaparece. A personagem do cientista é curiosa. T. respeita-o e ouve. Bobby Bacala faz o serviço ao colega rapper que quer ser baleado, mas numa zona carnuda, em troca de uns meros sete mil dólares. Tony afirma: "From now on, every day is a gift." Vamos ver o que muda. Tony, neste episódio, melhor que nunca.

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publicado às 23:09

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por Carla Hilário Quevedo, em 09.08.06
Passear pela blogosfera é bom e faz crescer

- Caríssimo António Rosa, muito obrigada pela gentileza e pela rapidez na resposta à minha curiosidade. Era o que previa: trouble, trouble, trouble...
- Cara lolita, a proposta de substituição era apenas um gracejo, para eliminar as referências norte-americanas. Estou certa de que teremos muitas oportunidades de discutir o tema (dos poucos que de facto me interessam).
- O Impertinente refere outros nomes como exemplo.
- Ricardo, isto é muito giro! (Sobretudo o videoclip mais recente.)
- Querido sobrinho, estava à espera que mencionasse o momento do choro, para depois lhe dizer que era uma óptima imagem do que Nussbaum contou sobre o pai: com ele aprendeu a enfrentar sem medo as ondas no mar; ou seja, a encarar os obstáculos como inevitáveis, mas também como algo a ultrapassar. Choro-retoque da maquilhagem-continua a gravar e tudo à frente das câmaras. Foi (mais) um momento interessante.
- Sam, é desta que encomendo este livro. Obrigada!

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publicado às 22:31

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por Carla Hilário Quevedo, em 09.08.06
Post actualizado: Soprano Talk (3).

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publicado às 21:56

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por Carla Hilário Quevedo, em 09.08.06
Faltava a cheerleader: não percebo. Pois se estava a falar de amor. Com outra pessoa, naturalmente.

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publicado às 17:13

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por Carla Hilário Quevedo, em 09.08.06
Ninho de cucos (64)

The Record Store Cats (cliquem em cada uma das imagens). The Techno Cat rules, Maria! Obrigada!

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publicado às 12:15

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por Carla Hilário Quevedo, em 09.08.06
Coisas que melhoram algumas vidas (47)

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Não é um pássaro, não é um avião, não é um romance, não é um ensaio. Simplesmente original, delicioso, excelente. Super-Alain de Botton!

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publicado às 10:08

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por Carla Hilário Quevedo, em 09.08.06
A extrema-esquerda confirma o seu amor por mim*: ser ou não necessário elaborar não é uma decisão que lhe pertence. Pois desde a guerra do Peloponeso até aos dias de hoje vai uma grande distância. Escrevi também naquele mesmo post que, infelizmente, já não há campos de batalha. Por exemplo, na Batalha das Termópilas, que terminou com uma (quase literalmente) cereja no topo do bolo - corte da cabeça de Leónidas, devidamente colocada numa estaca na praia, à vista de todos, depois da eliminação da totalidade das tropas gregas -, não houve proporcionalidade (basta que observemos a diferença entre o número das tropas gregas e o das tropas persas, mesmo contando com exageros por parte de Heródoto). A guerra nunca foi proporcional, insisto. Havia honra, respeito pelo inimigo, pelas populações, tréguas para enterrar os soldados mortos (como refere e bem), mas isso acabou há muito. Confunde desproporcionalidade com desonra. Quanto à sua facécia (santinho!), perceberá que respondi com uma pilhéria. Desproporcional não fui.

* mas eu agora tenho de ir ali dar um mergulho na piscina.

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publicado às 10:00

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por Carla Hilário Quevedo, em 09.08.06
Eu hoje acordei assim...

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Kate Moss

... numa recente zanga de antologia, no meio do que se pode chamar uma autêntica escaramuça, chegou-se a um ponto em que os gostos foram invocados; àquele ponto em que vale tudo até arrancar corações à dentada. Aconteceu quando lhe disse que não gosto nada de Clarice Lispector, que me aborrece, pronto. Nunca mais me falou.

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publicado às 09:41