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por Carla Hilário Quevedo, em 03.11.06
Dos Antigos

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publicado às 18:59

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por Carla Hilário Quevedo, em 03.11.06
Passear pela blogosfera é bom e faz crescer

- Parem as máquinas! Lobo Antunes, em entrevista à Pública e citado no Da Literatura: "Se tivesse que escolher um escritor só, a seguir a mim, escolhia o Quevedo." Esqueçamos o "a seguir a mim" e concentremo-nos no mais importante.
- Luís Carmelo escreveu sobre as mulheres na blogosfera e começa por mencionar Jocasta. Por vezes penso em Jocasta e concluo que há duas lições que podemos aprender com essa personagem: 1) casar com homens bastante mais novos é um risco e 2) naquela altura, não devia haver nada semelhante a um Arquivo de Identificação, por isso repetiam que eram filhos deste e daquele. Seria uma maneira de confirmar. Com Édipo claramente não resultou.
- E mesmo assim, se há escritor que não suporto é esse. É aquela sensação de que não foi nem vai a lado nenhum. Um chato, um chato... Também abomino The Office, mas adoro o Alexandre Soares Silva. Aceite este linque como compensação.
- Francisco José Viegas não gosta muito de blogues anónimos. Isto hoje está tudo contra mim!
- É então que um excelente post da lolita salva o dia.
- Jeopardizar por aí...
- Expressões e palavras a abandonar e... a abater!
- Rogério Casanova, fazendo um exercício de negação relativamente à música neste blogue, incluiu o bomba inteligente na sua lista de linques original, abundante em anagramas. O Gene Tintim-Babel é lindo!
- E Berra-Aleph também é lindo!
- Muito querido Henrique Raposo, no dia em que "admirador" e "invejoso" forem sinónimos espero já estar bem morta e enterrada. Um toque de dramatismo de vez em quando não faz mal a ninguém.

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publicado às 10:25

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por Carla Hilário Quevedo, em 03.11.06
Eu hoje acordei assim...

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Uma Thurman

... a pensar no que Jorge Luis Borges disse ao seu amigo Adolfo Bioy Casares sobre James Joyce. Qualquer coisa como: "Joyce, sim... é uma promessa. Uma promessa para todos os jovens que o lerem." Doce, doce arrogância...

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publicado às 10:19

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por Carla Hilário Quevedo, em 03.11.06
Fim de missão

Thou still unravish'd bride of quietness,
Thou foster-child of silence and slow time,
Sylvan historian, who canst thou express
A flowery tale more sweetly than our rhyme:
What leaf-fring'd legend haunt about thy shape
Of deities or mortals, or of both,
In Tempe or the dales of Arcady?
What men or gods are these? What maidens loth?
What mad pursuit? What struggle to escape?
What pipes and timbrels? What wild ecstasy?

Heard melodies are sweet, but those unheard
Are sweeter: therefore, ye soft pipes, play on;
Not to the sensual ear, but, more endear'd,
Pipe to the spirit ditties of no tone:
Fair youth, beneath the trees, thou canst not leave
Thy song, nor ever can those trees be bare;
Bold lover, never, never canst thou kiss,
Though winning near the goal - yet, do not grieve;
She cannot fade, though thou hast not thy bliss,
For ever wilt thou love, and she be fair!

Ah, happy, happy boughs! that cannot shed
Your leaves, nor ever bid the spring adieu;
And, happy melodist, unwearied,
For ever piping songs for ever new;
More happy love! more happy, happy love!
For ever warm and still to be enjoy'd,
For ever panting, and for ever young;
All breathing human passion far above,
That leaves a heart high-sorrowful and cloy'd,
A burning forehead, and a parching tongue.

Who are these coming to the sacrifice?
To what green altar, O mysterious priest,
Lead'st thou that heifer lowing at the skies,
And all her silken flanks with garlands drest?
What little town by river or sea shore,
Or mountain-built with peaceful citadel,
Is emptied of this folk, this pious morn?
And, little town, thy streets for evermore
Will silent be; and not a soul to tell
Why thou art desolate, can e'er return.

O Attic shape! Fair attitude! with brede
Of marble men and maidens overwrought,
With forest branches and the trodden weed;
Thou, silent form, dost tease us out of thought
As doth eternity: Cold Pastoral!
When old age shall this generation waste,
Thou shalt remain, in midst of other woe
Than ours, a friend to man, to whom thou say'st,
"Beauty is truth, truth beauty," - that is all
Ye know on earth, and all ye need to know.

Ode on a Grecian Urn, John Keats

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publicado às 01:00