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por Carla Hilário Quevedo, em 31.12.06
Eu hoje acordei assim...

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Natalie Portman

... uma parte muito importante da exploração mineira está concluída! Estafada, mas contente, desejo um feliz 2007 a todos!

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publicado às 09:40

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por Carla Hilário Quevedo, em 30.12.06
Gostar (muito) de homens©

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George Michael

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publicado às 17:37

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por Carla Hilário Quevedo, em 30.12.06
The sound of bomba

"Gotta have some faith in the sound
It's the one good thing that I've got"

Freedom, George Michael

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publicado às 17:35

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por Carla Hilário Quevedo, em 30.12.06
[Pub.]©

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publicado às 12:50

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por Carla Hilário Quevedo, em 30.12.06
Passear pela blogosfera é bom e faz crescer

- Nem sempre. Começo pelas notícias menos boas: o Frescos está inactivo e o Perguntar Não Ofende deixou de fazer perguntas. Tá mal!
- Para compensar, a batukada volta a moodswingar. Iupi!
- Claro que percebo, João. Absolutamente de acordo com este post.
- Posso atirar o primeiro post?
- Pedro Correia afirma que a vida humana é um valor absoluto: não sei (ou seja, há pelo menos 50% de hipóteses de o ser). Tenho uma opinião radical a respeito de assassinos (e não só) e que é a seguinte: não têm recuperação possível. Não falo de quem mata para se defender, mas de quem mata, como fez Saddam Hussein, e como fizeram e ainda fazem (cada um à sua medida, de acordo com as suas possibilidades...) tantos como ele, para controlar, dominar e por prazer. Não pode haver espaço neste mundo para essas pessoas como existe para as outras que não cometem crimes hediondos. A pena de morte é algo terrível e é evidente que o enforcamento (e logo a brutalidade da imagem da corda à volta do pescoço) mesmo de um tirano é algo de uma violência tremenda para nós (europeus, portugueses, jovens trintões), mas - repito - não sei. A verdade é que continuo sem saber o que se pode fazer perante tanta maldade. Quando tiver uma solução, escrevo, está bem? Ah, sou a Charlotte, muito gosto e votos de um feliz 2007.

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publicado às 11:37

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.12.06
Nas bancas!

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publicado às 20:18

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.12.06
The sound of bomba: Sweet Justice, Jill Scott.

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publicado às 20:16

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.12.06
Ninho de cucos (78)

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Comprei o mesmo calendário para 2007 do que no ano passado, para 2006. Não, não quero propriamente repetir o ano. A explicação não é assim tão prosaica (sim, tenho uma explicação para este acto impulsivo). Mas os cartoons são diferentes, claro. De todos, o meu preferido para 2007 é o que ilustra o mês de Novembro. Vemos uma série de gatos no paraíso, todos com asinhas, a arranhar sofás. Um mês hedonista?

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publicado às 09:19

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por Carla Hilário Quevedo, em 28.12.06
Dos Modernos: talvez o livro que mais esteja a gostar de ler ultimamente seja este com os textos essenciais sobre a psicanálise, de Freud, apesar da tradução nem sempre clara e da edição com uma letrinha mazota para caixas-de-óculos. A dada altura (na página 150), Freud afirma muito claramente o seguinte: "A psicanálise está baseada na análise dos sonhos; a interpretação dos sonhos é o trabalho mais completo que a jovem ciência fez até ao presente." Isto é de um arrojo impressionante! E depois continua (na página 156) com um descaramento que só lido: "A psicanálise pede apenas que apliquemos este processo de inferência a nós próprios - procedimento a que, é verdade, não estamos constitucionalmente inclinados. Se o fizermos, somos obrigados a dizer: todos os actos e manifestações que noto em mim e que não sei ligar ao resto da minha vida mental devem ser julgados como se pertencessem a outra pessoa qualquer: terão de ser explicados por uma vida mental imputada a essa outra pessoa." Estou a passar por uma fase de difícil leitura (muito técnica) em que fala sobre o inconsciente, mas até agora, nada de mãe, nem de pai e muito menos de avô ou de avó. Mas, afinal, quem foi a mãe de Medeia? Ou a mãe de Jocasta? Pode Antígona ter tido a mãe como avó, dado que teve a avó como mãe, por mero acaso decidido pelos deuses?

Adenda: perante termos como "investimento", "pré-consciente" e "impulso de amor", decidi ler a complicada parte em que Freud explica o conceito de inconsciente, com uma pequena ajuda. Mas o próprio escreve o seguinte: "O que conseguimos reunir nas discussões precedentes é provavelmente tudo o que podemos dizer a respeito do Ics. [inconsciente] (...). É verdade que não é muito e em certos pontos dá-nos a impressão de obscuridade e confusão; e, acima de tudo, não oferece qualquer oportunidade de se coordenar ou inserir o Ics. num qualquer contexto que nos seja familiar." (p. 177) Se é assim, fico mais descansada.

Segunda adenda: um momento! Descubro que o meu Marido é proprietário do Dicionário do Inconsciente, sob a direcção de Jacques Mousseau e Pierre-François Moreau, editado pela Verbo. Ah, isto agora é que vai aquecer!

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publicado às 09:41

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por Carla Hilário Quevedo, em 28.12.06
Bom em todas as línguas

"Tal como o físico, o psíquico também não é, na realidade, necessariamente, aquilo que nos parece ser."

Sigmund Freud, Textos essenciais da psicanálise, volume I, tradução de Inês Busse, Publicações Europa-América, 2001, p. 158.

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publicado às 09:33

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