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por Carla Hilário Quevedo, em 14.12.06
Adenda: recordo que Nuno Rogeiro (que não conheço pessoalmente) é uma espécie de padrinho por afinidade do bomba inteligente por causa de uma frase da sua autoria e que foi direitinha para o blogue como o seu primeiro post. Memories...

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publicado às 19:34

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por Carla Hilário Quevedo, em 14.12.06
Nuno Rogeiro: ontem felicitei Nuno Rogeiro pela intervenção naquela reunião de mentecaptos em Teerão. A coragem implica impulsividade, ingenuidade e optimismo. Não vejo nenhum mal em nada disso, pelo contrário. Às vezes, é preciso atirarmo-nos de cabeça, mesmo que acabemos com ela partida. Vejo agora pelo Corta-Fitas a notícia de que Nuno Rogeiro terá desistido de fazer a sua intervenção. Está no seu pleno direito. Percebeu que tudo aquilo era uma farsa e desistiu. A minha compreensão para o comentador em ambos os momentos.

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publicado às 17:06

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por Carla Hilário Quevedo, em 14.12.06
The sound of bomba: I Can See Clearly Now, Holly Cole.

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publicado às 12:02

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por Carla Hilário Quevedo, em 14.12.06
Eu hoje acordei assim...

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Gong Li

... "Time present and time past / Are both perhaps present in time future, / And time future contained in time past. / If all time is eternally present / All time is unredeemable." O início de Burnt Norton dos Four Quartets, de T.S. Eliot, parece acompanhar bem esta extraordinária imagem de Gong Li, mas a verdade é que os versos de Eliot sobre o tempo podiam acompanhar qualquer fotografia. Mas Eliot e Gong Li, assim suspensa, surgiram por causa deste post da Sam - muito bem observado! - acerca da memória e da ausência de paz de espírito de quem tudo se lembra. A parte trágica dessa tensão permanente de que a Sam fala leva-nos a viver apenas no presente - na medida em que a memória cristaliza todas as coisas - e à consciência de incapacidades várias; como, por exemplo, a impossibilidade de perdoar. Ou, pior ainda, de refazer qualquer coisa. Ter memórias muito más dos seis anos de idade, por exemplo, pode ser uma angústia: não dá para refazer nada. Ou dará? Claro que não ajuda, mas como agora tenho esta nova paixão, associo tudo a ela: em hebraico, não existe o tempo presente, só o passado e uma espécie de futuro. Como se o presente fosse qualquer coisa que cada um tivesse de resolver por si próprio.

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publicado às 11:33