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por Carla Hilário Quevedo, em 19.01.07
Ninho de cucos (79)

A única maneira de fazer com que o Varandas se exercite é apontando uma luzinha encarnada para o chão ou para a parede. O gato enlouquece com o movimento daquele ponto brilhante que nunca consegue agarrar. É capaz de correr de um lado para o outro, de saltar, de parecer um gato normal, que brinca e pula e joga à apanhada. No auge da brincadeira, decido virar a luzinha para mim e aponto o pequeno laser ao meu pé. O gato fica transtornado. Deita-se ao lado e mia baixinho, como se estivesse a reclamar. Passa o tempo e não ataca o ponto encarnado agora fixo por cima da pele. Por este exemplo se percebe a boa educação deste animal.

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publicado às 08:02

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por Carla Hilário Quevedo, em 19.01.07
Coisas que melhoram algumas vidas (60)

Em hebraico, há uma partícula de negação - ou uma forma de negativa - que, mais do que "não", significa "não existe". Ehn é habitualmente utilizado logo depois do sujeito e antes de um particípio. Ou seja, a negativa refere-se ao sujeito e não ao verbo. Por exemplo, em vez do costumeiro indo-europeu "eu não falo hebraico", temos qualquer coisa como "eu não existo como falante de hebraico". Além da não existência do sujeito admitida na primeira pessoa, temos a tal questão do tempo verbal, que mais do que um presente, é contínuo; não se fixa numa data.

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publicado às 07:34