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por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.07
Dos Antigos

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Pendente "Coluna Grega" Cartier Paris, 1913, ouro, platina, ónix, opala, diamantes, 9 x 4,3 cm, Museu Calouste Gulbenkian, inv. n.º 2703 © FCG - Foto: Catarina Gomes Ferreira

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publicado às 17:07

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por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.07
"Sexy boy / girl on girl / ménage à trois / boring"


The Pierces, pepita de ouro roubada ao cada-vez-melhor Tradução Simultânea.

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publicado às 17:04

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por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.07
Dos Antigos: "Apenas isso te compete: desempenhar com agrado o papel que te foi destinado. Escolhê-lo, isso cabe a outrem." Epicteto, A arte de viver, tradução de Carlos de Jesus, Lisboa, Edições Sílabo, 2007, p. 37.

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publicado às 11:17

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por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.07
The sound of bomba: A Long Walk, Jill Scott.

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publicado às 11:12

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por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.07
Bom dia, estimado Combustões: só aqui para nós os dois, que ninguém nos ouça, há duas línguas superiores: são elas o alemão e o grego. Sim, superiores, não tenhamos medo das palavras. Como diz, caro Combustões, nada ali está por acaso (e não falo apenas das declinações, mas de toda a complexidade nos modos verbais e na forma de construção das palavras). Entendo que o seu gosto é também afectivo, algo que compreendo muito bem. Trabalhei durante algum tempo com alemães e foi uma época bastante frutuosa da minha vida. Junto-me ainda a si no protesto (ou mesmo desprezo) contra os ignorantes que odeiam tudo o que é alemão. Mas deixemos de lado a questão da língua (da filosofia, da música, eventualmente da literatura) e pensemos que o que habitualmente admiramos nos alemães não são qualidades, mas características, como a obediência e a organização, que, de facto, do ponto de vista burocrático e militar, são qualidades. No entanto, os resultados históricos são claramente inferiores aos conseguidos em Inglaterra, no desenvolvimento da democracia, por exemplo, ou em França, com a implantação da República (sei que não concordará com este último aspecto, mas é uma realidade que a Revolução Francesa, apesar dos seus erros, modificou a História). Julgo que a frase de Borges era esta: "Há que ser germanófilo para odiar os alemães", mas vou ver se a encontro (passei por ela há tempo no Diário de Bioy Casares, que vou lendo aos poucos). Há uma diferença subtil desta frase para aquela que escrevi ontem, mas não influencia a interpretação. Significa isto, na minha opinião, que há que conhecer e amar a cultura alemã para odiar o seu resultado histórico (e não só: Borges dizia que a literatura alemã era ausente de fantasia e foi sempre muitíssimo sobrevalorizada), muito recente, do nazismo e da Shoah. As coisas não são separáveis.

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publicado às 10:28