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por Carla Hilário Quevedo, em 18.04.07
God's Wheel
by Shel Silverstein

God says to me with a kind of smile,
"Hey how would you like to be God awhile
And steer the world?"
"Okay," says I, "I'll give it a try.
Where do I set?
How much do I get?
What time is lunch?
When can I quit?"
"Gimme back that wheel," says God.
"I don't think you're quite ready yet."

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publicado às 21:11

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.04.07
Philosophy
by Dorothy Parker

If I should labor through daylight and dark,
Consecrate, valorous, serious, true,
Then on the world I may blazon my mark;
And what if I don't, and what if I do?

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publicado às 20:55

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.04.07
Modo de vida: "It is a good rule in life never to apologize. The right sort of people do not want apologies, and the wrong sort take a mean advantage of them." P. G. Wodehouse

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publicado às 20:49

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.04.07
Diferenças fundamentais

Eu posso dizer publicamente a frase "já nada me incomoda". O Ministro Mariano Gago não pode.

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publicado às 20:23

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.04.07
Eu sabia que isto estava escrito em qualquer sítio (53)

"O artista aceitou o seu próprio destino de olhos abertos e não creio que deseje qualquer tipo de caridade relativamente ao sacríficio que ele próprio assumiu. A única coisa que quer é compreensão e amor por aquilo que faz, mais nada."

Mark Rothko, A realidade do artista, tradução de Fernanda Mira Barros, Lisboa, Edições Cotovia, 2007, p. 57.

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publicado às 08:21

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.04.07
Heródoto Miller



Os iranianos andam amofinados com o filme 300, de Zack Snyder, baseado na banda desenhada de Frank Miller. Haverá alguma coisa que não ofenda esta gente? As comparações entre a batalha das Termópilas, em que gregos se unem contra a subjugação dos persas, e o confronto actual entre a América e o Irão, podem ter alguma razão de ser se pensarmos que o país que mais se aproxima do ideal de democracia ateniense é os E.U.A. e que os iranianos são obviamente persas. Mas relacionar os eventos de uma batalha tida em 480 a.C. aos dias de hoje, ainda por cima filtrada pela banda desenhada, é demasiado rebuscado. 300 é um dos filmes menos politicamente correctos que já vi: os espartanos são lindos, bons e livres; os persas são feios, maus e escravos; e até o traidor Efialtes é um ser monstruoso. Chega a ser refrescante! Quando chovem flechas do lado dos persas, Leónidas e os seus homens riem-se debaixo dos escudos. A cena é muito boa, pois as setas, por serem atiradas de longe, eram consideradas manifestações de cobardia. A cena da morte de Leónidas é um exemplo disso mesmo. Segundo relata Heródoto, nas Histórias, os Espartanos, lutaram até à morte "sem espadas com as mãos e com os dentes". Com uma história de heroísmo destas, não pode haver más adaptações.

Publicado na Tabu, 14-04-2007

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publicado às 08:17