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por Carla Hilário Quevedo, em 29.06.07
Coisas que melhoram algumas vidas (73)

"Maimónides, o maior pensador moral judeu do período medieval, concebeu uma «Escala Dourada da Caridade». O grau inferior da caridade, disse ele, é dar relutantemente; o segundo, é dar com alegria mas não em proporção à aflição da pessoa com necessidade; o terceiro nível é dar com alegria e proporcionalmente, mas apenas quando nos é solicitado; o quarto é dar com alegria e proporcionalmente, sem que nos seja solicitado, mas colocar a oferenda na mão da pessoa, fazendo-a sentir vergonha; o quinto é dar de forma a não se saber a quem se beneficia, mas o beneficiado conhecer a nossa identidade; o sexto é saber quem beneficiamos, mas permanecermos incógnitos para o beneficiado; e o sétimo é dar de modo a não sabermos quem beneficiamos e o beneficiado não conhecer a nossa identidade. Acima deste sétimo nível, Maimónides colocou apenas a antecipação da necessidade de caridade e a sua prevenção, ajudando os outros a ganhar o seu sustento sem precisarem de recorrer à caridade."

Peter Singer, Como havemos de viver?, Lisboa, Dinalivro, 2005, p. 291.

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publicado às 20:41

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.06.07
"But the dutch speak four languages and smoke marijuana"


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publicado às 20:34

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.06.07
"He was a cheeky monkey"


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publicado às 20:31

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.06.07
"Why not call it Church of England?"




Eddie Izzard totally rules! (Obrigada!)

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publicado às 20:23

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.06.07
Eu hoje acordei assim...



... Há uma pergunta clássica que grande parte dos jornalistas obrigatoriamente faz a quem tem um blogue e que é a seguinte: «Porque é que tem um blogue?» As respostas se não são deviam ser quase tantas quantos (pelo menos) os blogueadores inquiridos. Aquelas de que mais gosto oscilam entre um «sei lá» snobe seguido de um popularucho encolher de ombros que felizmente ninguém vê e um frívolo «diverte-me» que desresponsabiliza completamente o seu autor ou a sua autora. No entanto, a resposta que mais tenho ouvido nos últimos tempos vem sempre acompanhada de um relato breve, embora enfadonho, que acaba indefectivelmente com um «e foi nessa altura que [nome do pai, da mãe, do tio, do amigo, da namorada, do aluno, antecedido de artigo] me perguntou porque é que eu não fazia um blogue». Ora vamos lá a ver, quem diabo pode alguma vez sugerir uma coisa destas? Mas pior ainda: quem pode levar tal sugestão a sério? (Tu devias ter um blogue continua na Atlântico de Junho)

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publicado às 08:27