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por Carla Hilário Quevedo, em 12.07.07
A repetição de uma repetição e desfocada



Graças ao Impensado, cheguei a David Hamilton. Obrigada!

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publicado às 16:31

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por Carla Hilário Quevedo, em 12.07.07
Caprichos

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publicado às 16:19

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por Carla Hilário Quevedo, em 12.07.07
Coisas que melhoram algumas vidas (75)

"Viktor Frankl, psicoterapeuta não freudiano, conta a história de um diplomata americano que foi à sua clínica em Viena com o intuito de prosseguir a análise que iniciara já havia cinco anos em Nova Iorque. Frankl perguntou ao diplomata por que razão começara a fazer análise, inicialmente, e o diplomata respondera que se sentira descontente com a sua carreira, tendo dificuldade em apoiar a política externa da altura. O seu analista freudiano respondera dizendo-lhe repetidamente que o seu problema era que o Governo norte-americano e os seus superiores mais não eram do que imagens do pai: ele estava insatisfeito com o seu trabalho porque, inconscientemente, odiava o pai. Por conseguinte, a solução do analista passava pelo paciente se aperceber melhor dos sentimentos inconscientes que nutria pelo pai e tentar reconciliar-se com este. Frankl discordou. Concluiu que o diplomata não precisava de qualquer psicoterapia. Sentia-se simplesmente infeliz porque não via sentido no seu trabalho. Portanto, Frankl sugeriu-lhe que mudasse de emprego. O diplomata seguiu o conselho. Gostou imediatamente da sua nova carreira, e quando Frankl o encontrou passados cinco anos continuava a gostar."

Peter Singer, Como havemos de viver?, tradução de Fátima St. Aubyn, Lisboa, Dinalivro, 2005, pp. 363-364.

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publicado às 09:37

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por Carla Hilário Quevedo, em 12.07.07
Eu hoje acordei assim...


Brigitte Bardot

... embora esteja demasiado calor para usar meias, debaixo de uma árvore, à sombra, é que se está bem. Também não sei se é do calor, mas tenho sonhado muito. Não, eu sei que não é do calor porque os sonhos já acontecem há uns bons meses. São sonhos complicados, muitos pesadelos e um é recorrente. Desde os nove anos que não tinha um sonho que se repetia e, uma vez que já tenho o Freud quase todo, lá fui à ganância ver se havia alguma interpretação para aquilo. Havia uma coisinha mais ou menos semelhante mas nada que se compare. Fiquei no entanto impressionada quando vi que os volumes dedicados à interpretação dos sonhos (o quarto e o quinto que funcionam como um só com a numeração de páginas seguida) tem um índice dos sonhos de Freud e outro dos sonhos dos seus pacientes. A sofisticação e o amor são indissociáveis. Entretanto, percebi que aqui está um muito bom resumo do debate sobre Livros de Verão na Casa Fernando Pessoa. Corrigiria apenas o último ponto. Eu não disse que o género literário tinha de ser adequado à circunstância, nem nada que se pareça. Isso significaria que tragédias ao sol estariam fora de questão? Não penso nada disso, pelo contrário. Julgo que a Ilíada de bolso é perfeita para ler na praia. Todo o tipo de livros pode ser lido seja onde for. Depende do leitor. Desde já atrevo-me a aconselhar Pais e Filhos, de Ivan Turgéniev. É resistente ao óleo bronzeador e uma beleza. Isto para quem usa óleo bronzeador (parece que já não se pode) e para quem gosta de literatura.

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publicado às 09:21