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por Carla Hilário Quevedo, em 30.08.07
"Ultimamente tenho sentido muita saudade de João Gilberto" Nara Leão

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publicado às 20:51

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por Carla Hilário Quevedo, em 30.08.07
Coisas que melhoram algumas vidas (84)



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publicado às 12:34

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.08.07
Anna Bessonova (3)

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publicado às 19:14

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.08.07
Anna Bessonova (2)

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publicado às 19:01

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.08.07
Anna Bessonova

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publicado às 08:21

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.08.07
Olga Kapranova

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publicado às 08:20

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.08.07
Vera Sessina

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publicado às 08:16

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por Carla Hilário Quevedo, em 28.08.07
A sétima coisa, sussurrada ao ouvido, foi a seguinte: "Encomendei uma série de livros sobre o Godard e pus tudo no teu cartão, Meu Amor".

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publicado às 19:25

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por Carla Hilário Quevedo, em 28.08.07
Eu hoje acordei assim...


Jean Seberg (muito bem acompanhada)

... pois, Meu Amor, tenho sete coisas para te contar. A primeira é que uma senhora muito simpática me escreveu a dizer que vamos ter Une Femme Est Une Femme, no dia 5 de Setembro, às 19h, na Cinemateca (não é um ciclo, mas já é qualquer coisa); a segunda é que um leitor de uma amabilidade extrema prometeu enviar-me Le Mépris pelo correio; a terceira é que acho que percebo porque é que as pessoas tratam tão mal os animais: não estão habituadas a conviver com eles, a que façam parte do seu quotidiano, a levá-los para ali e para acolá; e, afinal de contas, também não tratam os outros, que são da mesma espécie, muito melhor; a quarta é que sonhei que conhecia o Peter Singer e que lhe falava de um filme muito chato que vi há uns dias chamado Charlotte's Web. A reacção dele não desiludia: "What a big chachada", dizia ele; a quinta é que a grafonola do bomba está outra vez avariada e não tenho tempo agora para resolver o problema, o que é pena porque ontem ouvi uma canção no Weeds que amei e que quero partilhar com o mundo; a sexta é que está um dia de Outono muito razoável, e a sétima vou sussurrar-ta ao ouvido...

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publicado às 08:09

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por Carla Hilário Quevedo, em 27.08.07
A barbárie começa em casa

Se houvesse justiça neste mundo, todas as pessoas que abandonam os seus animais de estimação seriam também elas um dia abandonadas na berma de uma estrada. Estarei a ser emocional no meu desejo de reciprocidade na crueldade do acto praticado, mas é preciso notar que uma reciprocidade perfeita nunca seria possível: os seres humanos teriam sempre a capacidade de procurar ajuda e de encontrar uma solução, coisa que os animais naturalmente não têm. Porque é que as pessoas abandonam no Verão os bichos com que brincam durante o resto do ano? Serão as mesmas que abandonam os avós nas urgências dos hospitais? Não me parece haver nenhuma diferença no princípio de indiferença cruel e pura desumanidade tanto nuns como nos outros. Mas voltemos aos animais abandonados: não existe nenhuma razão que leve as pessoas a deixar na rua os bichos que as acompanham. Muito menos «porque vão de férias». Existem locais adequados para receber os animais enquanto os donos estão fora. Também organizações como a União Zoófila e outras associações semelhantes poderão ajudar as famílias a encontrar uma solução. Como é possível sequer pensar em abandonar um membro da família, como é também um cão ou um gato? Talvez haja uma forma de barbárie que desconhecia. Aquela que inclui o abandono de todos os mais próximos que por alguma razão numa altura qualquer não servem. Um crime, digo eu.

Publicado na Tabu, 25-08-2007.

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publicado às 08:23

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