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por Carla Hilário Quevedo, em 24.09.07
Agora com francesas!



Via Jansenista.

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publicado às 08:01

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por Carla Hilário Quevedo, em 24.09.07
Bom dia, Isabel: nada disso é amiguismo; é amizade. Aproveito também eu para dar os muitos parabéns ao Quatro Caminhos pelo terceiro aniversário. E ao Impensável pelo quarto aniversário. Chego atrasada às festas de anos de ambos, as minhas desculpas. Que contem muitos mais! Viva! (Ana Cláudia, vem aí a última série dos Sopranos, que nervos...)

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publicado às 07:46

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por Carla Hilário Quevedo, em 24.09.07
Indispensáveis©

(Não sou muito o género de pessoa que se apaixona por objectos, mas este é demasiado engraçado e irresistível.)

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publicado às 07:37

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por Carla Hilário Quevedo, em 24.09.07
Vida desastrosa

Por vezes, as pessoas mais insuspeitas supreendem ao dizer frases como: «Ele é brilhante, mas a vida dele é um desastre». É a adversativa que introduz o elemento que me parece fundamental para percebermos o seu sentido: a expectativa. Parece haver um entendimento comum a muitos de que o brilhantismo ocasiona uma vida que não pode ser «um desastre», a qual, por sua vez será uma vida... feliz? Saudável? Rica? Bem sucedida? Ou seja, uma pessoa brilhante tem a oportunidade (ou a possibilidade) de utilizar o seu talento em benefício próprio, e para casar para sempre, procriar melhor, ganhar muito dinheiro Na frase o que temos afinal é uma expectativa velada de que aquele que é brilhante tenha tudo aquilo que muitos desejam: uma vida burguesa, superficial na maior parte dos casos, embora com a enorme vantagem de não ter problemas de maior. Ora, como conciliar o brilhantismo (a inteligência, o talento, como queiram) com uma vida centrada na resolução de problemas do quotidiano? Como podemos acreditar que alguém brilhante é mais capaz de os resolver? Que, se os resolver, estará a fazer jus à sua condição de pessoa brilhante? E, se não o fizer, isso significa que a sua vida é um desastre? Não, até porque não existem vidas desastrosas, apenas diferentes, umas vividas mais intensamente do que outras.

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 22-09-07.

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publicado às 07:34