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por Carla Hilário Quevedo, em 23.10.07
Dos Antigos

Palas Atenea, Gustav Klimt, 1898.

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publicado às 16:32

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por Carla Hilário Quevedo, em 23.10.07
O prazer de $#&%@!

Steven Pinker, Professor de Psicologia em Harvard, é autor de um longo artigo publicado na The New Republic on-line, intitulado «What the F***?». Partindo de uma frase dita por Bono nos Golden Globe Awards em 2003, ao receber um prémio – «This is really, really fucking brilliant» – o autor explora as razões por que existem tabus na linguagem, palavras que não se podem dizer sobretudo publicamente e porque é que reagimos pior a umas do que a outras, como se houvesse uma hierarquia do vitupério. No caso do fucking de Bono, a confusão e a dificuldade é maior porque aquela palavra naquela posição da frase não é propriamente uma asneira, mas uma forma de acentuar neste caso a alegria do momento. Será quando muito um adjectivo de ênfase, mas se o programa não tivesse sido em directo, com certeza haveria um apito por cima. Seria quase impossível traduzir aquele fucking para português. O sentimento de alegria ao receber o prémio isenta Bono de responsabilidade sobre a palavra proferida e que pode nos Estados Unidos – um dos maiores produtores de filmes pornográficos do mundo – chocar os espectadores. Não é um fucking agressivo, dito num contexto de violência, o que causaria problemas mais difíceis. Além de que fuck se tornou uma palavra tão utilizada que é hoje vazia de sentido. De termo obsceno a expressão enfática. Não é um mau destino para uma asneira.

Publicado na Tabu, 20-10-2007.

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publicado às 16:23

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por Carla Hilário Quevedo, em 23.10.07
Eu hoje acordei assim...


Stephanie Seymour

... e mais uma tentativa de ilustração do conceito de proletariado chique...

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publicado às 08:05