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por Carla Hilário Quevedo, em 10.01.08
O blogue da Fátima Rolo Duarte: foi bloqueado pelo blogger. Pior para ele. A Fátima fez tranquilamente as malas e mudou-se para o Sapo. Agora o F, World tem esta morada:

http://f-world-blog.blogs.sapo.pt/

Toca a mudar os linques!

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publicado às 20:09

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por Carla Hilário Quevedo, em 10.01.08
Ayer de Daniel Melingo (com Cristóbal Repetto)

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publicado às 20:03

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por Carla Hilário Quevedo, em 10.01.08
Mais uma bela escolha, Juan!



Narigón, de Daniel Melingo, tema que fechou O Esplendor de Portugal de hoje.

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publicado às 19:58

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por Carla Hilário Quevedo, em 10.01.08
Não deixa de ser uma criatura estranha mas é um habitante deste planeta como tantos outros

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publicado às 18:44

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por Carla Hilário Quevedo, em 10.01.08
Modo de vida: embora não seja uma personalidade política, concluo a partir da leitura do texto (mas da versão integral) em baixo, que sou um bom bocado mais ouriço do que raposa. Mas um ouriço que gosta de raposas, um ouriço que aceita as raposas tal como elas são e que não as quer transformar em ouriços. Na verdade, um ouriço com uma faceta de raposa, pode ser?

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publicado às 18:15

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por Carla Hilário Quevedo, em 10.01.08
Muito bom texto de João Pereira Coutinho na Folha de S. Paulo: "Onde estão os ouriços? Mistério. Uns tempos atrás, passei uma tarde de conversa em casa de um velho professor inglês que me confessou as suas mágoas mais excêntricas. Como o desaparecimento dos ouriços, já noticiado pelos jornais. Antigamente, era possível caminhar pelo jardim e encontrar dois ou três. Hoje, nem sombra. A poluição urbana, o uso de químicos na agricultura e o avanço do cimento acabaram com a raça. Ele próprio sentia dificuldades em explicar às netas certos personagens das fábulas, em que ouriços falantes abundam. Ouvi tudo com a educação possível e, quando ele se levantou para recarregar os copos, passei os olhos pelos jornais do dia. E então reparei, surpreso, que passavam dez anos sobre a morte do filósofo Isaiah Berlin. Sorri. A efeméride era perfeita porque nenhum outro pensador utilizou a palavra "ouriço" com tanta inteligência e propriedade. Aconteceu em 1953, em ensaio sobre Tolstói. Título? "O Ouriço e a Raposa". E Berlin, socorrendo-se de um aforismo do poeta grego Arquiloco, relembrava: "A raposa sabe muitas coisas, mas o ouriço sabe uma coisa muito importante". Um jogo de palavras? Mais que isso. Para Berlin, "ouriços" e "raposas" representam dois tipos de personalidade distintos que é possível encontrar na história intelectual do Ocidente - e, naturalmente, nas nossas vidas anônimas e privadas. Os "ouriços" surgem movidos por uma idéia central, procurando explicar a diversidade do mundo por referência a um único sistema monista. Platão era um "ouriço". Dostoiévski também. Marx idem. As "raposas", pelo contrário, entendem que a diversidade do mundo não autoriza um único sistema explicativo; são pluralistas porque sabem que os fins são vários e nem sempre compatíveis entre si. Montaigne, Shakespeare ou Joyce eram "raposas" por excelência. E Tolstói? O drama de Tolstói era ser naturalmente uma "raposa", embora desejando ser um "ouriço"." (O texto parece não estar disponível online e acordei com um certo pudor em pespegá-lo aqui completo.)

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publicado às 07:55