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por Carla Hilário Quevedo, em 18.01.08
Bomba de Ouro: "Deixem-me que vos fale com franqueza. Afinal, a Pastelaria é minha. O Tony Blair tem cara de parvo. Tinha cara de parvo anglicano, tem cara de parvo católico." Ana Cristina Leonardo

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publicado às 20:16

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.01.08
Cenas da vida conjugal

- Joguei no Euromilhões.
- Sabes que agora corremos o risco de ganhar 55 milhões de euros?
- Eu sei, é horrível.
- É obsceno.

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publicado às 20:13

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.01.08
Bomba de Ouro: "BCP! BCP! Grita a multidão, lembrando ironicamente os comunistas constipados." O Senhor Comentador (juro que não é amiguismo! Eu nem conheço o homem!)

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publicado às 20:07

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.01.08
Projecto para o futuro






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publicado às 19:56

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.01.08
Conversas deliciosas

- Fui educada a R&B, Hip Hop, Pop...
- Epá, eu fui educada a Rock.
- Sim, um bocadinho, mas pouco.
- Mas a Madonna...
- Epá, a Madonna é comum a todas nós.
- A Madonna ultrapassou qualquer coisa.
- É isso.

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publicado às 11:43

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.01.08
Eu hoje acordei assim...


Ingrid Bergman

... é comum, embora não deixe de ser estranho, que muitas pessoas queiram saber coisas a respeito dos outros que nem a esses outros interessa nem às vezes sequer lhes passa pela cabeça. E, no entanto, a curiosidade existe. Só pode ter a ver com um aborrecimento profundo e com as expectativas que os curiosos têm para si próprios e que julgam ser não só as mais acertadas como as desejadas por todos. Como se a vida dos outros tivesse de ser uma eterna justificação daquela que escolheram. Numa nota mais terrivelmente intimista diria que não tenho paciência. Aliás porque grande parte dela vai para as pesquisas no YouTube. No outro dia fiquei um bocadinho triste porque não consegui encontrar nada decente da Louise Brooks. Quase tão triste como quando percebi que estupidamente encomendei uma versão abreviada de um livro. Este é o género de coisas que ocupa a minha cabeça. Isso e haver bancos privados subservientes ao Estado e outros que o ignoram completamente, não é curioso? No outro dia li uma notícia no Público que dava nota disso mesmo. Essa questão não devia preocupar aquele senhor do Banco de Portugal, cujo nome agora me escapa? Outra coisa que me tem ocupado o espírito tem sido a interpretação de Jeremy Brett na segunda série de episódios de Sherlock Holmes e as suas consequências nefastas. Jeremy Brett deixou de ser teatral para se tornar um descontrolado, que, ainda por cima, contamina os outros actores. Pioraram todos - supercanastrões e exageradíssimos - e até o realizador tenta uns efeitos que cansam o pobre espectador cansado de tanto malabarismo dramático. Apesar de tudo, a personagem é um homem perfeito. Uma maravilha de diálogos, de raciocínio, de maneira de agir e de pensar. Só o novo Watson é bastante mais burro do que o primeiro, e realmente não era preciso acentuar uma diferença já óbvia. Não gosto deste Watson. O da primeira série de episódios não era burro nem cometia erros. Este já conseguiu que uma criatura fosse assassinada por causa de uma imprudência sua. Mas vou continuar a ver, claro. Ainda estou no intervalo do Godard. Ah, bela fotografia de Ingrid Bergman!

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publicado às 10:27