Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



...

por Carla Hilário Quevedo, em 19.01.08
Bombas-correio: um leitor assíduo e devidamente identificado escreve-me que o post em baixo é um huge turnoff porque a fotografia promete (bem como o início do texto) e depois acabo a falar do Papa, credo. Tem razão, mas peço que entenda que por vezes gosto que não haja relação entre a imagem e o texto (bomba caprichosa é assim). Outro leitor, também muito amável, explica-me as razões para a mudança de estilo de Jeremy Brett na segunda série de episódios de Sherlock Holmes: "O Jeremy Brett tinha a doença bipolar. A morte da sua segunda esposa no final das gravações da primeira série provocou uma degradação do seu estado. Isso reflectiu-se cada vez mais nas séries seguintes e em particular na final. Há uns meses, a RTP Memória transmitiu-as de novo. O Holmes final era um personagem com uma carga trágica que o afastava do mais 'canónico' Holmes da primeira série. Estou certo de ser o actor que se reflectia na personagem." Não sabia, fiquei cheia de problemas de consciência por causa do que escrevi e agora hei-de aplaudir Jeremy Brett em todos os episódios que me falta ver, mesmo que faça piruetas enquanto fala. Agradeço a ambos, muito obrigada.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:34

...

por Carla Hilário Quevedo, em 19.01.08
Eu hoje acordei assim...


Kate Moss

... a pensar que de vez em quando uma pessoa tem de se atirar de cabeça. Nem que se atire no fundo a morrer de medo e resolva o assunto depois. É preciso arriscar um bom bocado mais, ir além do que se pensava ser possivel, não ter prudência. Há que dizer o que se pensa, correndo o risco de cometer erros. Só assim é possível evoluir. Mas vivemos tempos difíceis. De vez em quando ouço dizer que nunca houve tanta liberdade, no entanto o Papa não é bem-vindo numa universidade. Ao Papa foi negada a possibilidade de dizer o que pensa. É estranho, não é?

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:43