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50 Ways to Leave your Lover (3)

por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.08

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publicado às 23:19

50 Ways to Leave your Lover (2)

por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.08

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publicado às 23:15

50 Ways to Leave your Lover (1)

por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.08

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publicado às 23:11

É isto

por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.08

"Broadly speaking, the short words are the best, and the old words best of all" - Sir Winston Churchill

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publicado às 18:27

Sobre a perseverança (2)

por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.08

"This is the lesson: never give in, never give in, never, never, never, never — in nothing, great or small, large or petty — never give in except to convictions of honour and good sense" - Sir Winston Churchill

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publicado às 18:20

Lizz Wright - Don't Tell Me

por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.08

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publicado às 18:17

Madonna - Don't Tell Me

por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.08

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publicado às 18:17

E o que eu gosto de coreografias com cadeiras, senhores!

por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.08

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publicado às 17:55

Modo de vida

por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.08

Gosto muito de palavras como sim e não, mas quem me tira uma bela coreografia, tira-me tudo.

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publicado às 17:43

Educação musical (45)

por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.08

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publicado às 17:42

Educação musical (44)

por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.08

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publicado às 17:34

À especial atenção de uma criança com um gosto impecável*

por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.08

 

*

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publicado às 17:24

Esquisita

por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.08

Não sendo fã de conversas muito longas, agradeci em silêncio quando me disse que a morte de uma amiga em comum tinha sido "esquisita". Haveria muitas explicações para a escolha do adjectivo, mas a sua expressão facial - de desânimo típico de quem se confronta com um episódio dramático e se apercebe da sua total incapacidade de controlar o destino - esclareceu-me quanto ao sentido em que utilizava a palavra. Acenei com a cabeça, concordei, aceitei. A partir daí não havia mais nada a falar, a não ser sobre o estado do tempo. 

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publicado às 16:42

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 15.03.08

 

Marilyn Monroe

 

... Nuno, a escolha do exemplo é prática. Interpreto «daddy», no sentido literal de «paizinho», pai biológico ou outra forma qualquer de paternidade moderna, que para o efeito também serve. E o efeito é o de fazer reflectir na tese, ilustrando-a com um exemplo atraente (é por estas e por outras do género que Platão não gostava de artistas), embora, segundo a tua explicação, não perfeitamente adequado. Mas porque não interpretar o título da canção e toda a letra ao ponto mais imediato de se pensar que pode estar a falar do progenitor? Afinal de contas, o que é um homem que mantém uma mulher se não uma espécie de pai que protege e cuida da sua filha? Por isso te respondi (sorrindo, é certo) que se tratava de mero romantismo, que entenderás como uma forma de ironia perversa, pouco habitual, bem sei, mas que estou preparada para aceitar como um sinal de amadurecimento saudável. E posso lincar só mais um vídeo de gatinhos? Vá lá... Olha, não! Isto é ainda melhor. My daaaaddyy, that little old man he just treats it so gooooood...

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publicado às 10:27