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Cinquenta e oito minutos e trinta segundos com Martha Nussbaum

por Carla Hilário Quevedo, em 10.04.08

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publicado às 20:00

Adenda

por Carla Hilário Quevedo, em 10.04.08

Ana, a partir deste post do Jansenista, segui o linque e cheguei aqui. Imperdível.

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publicado às 19:55

Bomba-correio

por Carla Hilário Quevedo, em 10.04.08

A Ana envia-me o poema espantoso de W. B. Yeats do qual Cormac McCarthy tirou o título para a sua brilhante obra, No Country For Old Men, lembrando ainda que Philip Roth também de lá tirou o excelente The Dying Animal. É um poema útil. Muito obrigada!

 

Sailing to Byzantium

by William Butler Yeats
 
That is no country for old men. The young
In one another's arms, birds in the trees
- Those dying generations - at their song,
The salmon-falls, the mackerel-crowded seas,
Fish, flesh, or fowl, commend all summer long
Whatever is begotten, born, and dies.
Caught in that sensual music all neglect
Monuments of unageing intellect.

 

An aged man is but a paltry thing,
A tattered coat upon a stick, unless
Soul clap its hands and sing, and louder sing
For every tatter in its mortal dress,
Nor is there singing school but studying
Monuments of its own magnificence;
And therefore I have sailed the seas and come
To the holy city of Byzantium.

 

O sages standing in God's holy fire
As in the gold mosaic of a wall,
Come from the holy fire, perne in a gyre,
And be the singing-masters of my soul.
Consume my heart away; sick with desire
And fastened to a dying animal
It knows not what it is; and gather me
Into the artifice of eternity.

 

Once out of nature I shall never take
My bodily form from any natural thing,
But such a form as Grecian goldsmiths make
Of hammered gold and gold enamelling
To keep a drowsy Emperor awake;
Or set upon a golden bough to sing
To lords and ladies of Byzantium
Of what is past, or passing, or to come.

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publicado às 12:51

Bomba de Ouro

por Carla Hilário Quevedo, em 10.04.08

"Eu odeio, odeio gente que comenta "que maldade" sempre que você estiver brincando, falando muito mal de alguém, só por falar muito mal de alguém. Sim, o propósito é ser maldoso, não é como se eu não soubesse que eu estou sendo maldosa - ao contrário, eu estou me esforçando para tal, e por diversão. Não significa nada e as pessoas que praticam a maldade por esporte sabem disso. Que tipo de relacionamento as pessoas teriam se nunca pudessem falar mal de ninguém? Faz bem à saúde e nunca é sério de verdade. Se odeio mesmo alguém, eu não comento. Falar sobre ela seria dar atenção ao objeto de ódio e faz um mal terrível ao estômago. Pessoas que comentam "que maldade" são do tipo que detestam sarcasmo, que não entendem ou percebem quando alguém está sendo irônico, que se sentem culpadas sempre que dão risada de algo muito politicamente incorreto. São pessoas desinteressantes e de capacidade intelectual muito pequena." Ieda, Million Dollar Kiss.

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publicado às 11:17