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Agnès Michaux, Dictionnaire Misogyne

por Carla Hilário Quevedo, em 06.05.08

"Elle m'avait dit un jour:

- Chéri, est-ce que tu savais qu'oroscope, idrogénie, ipocrite et arpie ne sont pas dans le dictionnaire?" (Sacha Guitry, Elles et Toi, Solar, 1947)

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publicado às 17:48

Lacan sobre Freud

por Carla Hilário Quevedo, em 06.05.08

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publicado às 17:38

Mais um aniversariante hoje

por Carla Hilário Quevedo, em 06.05.08

Sigmund Freud, nascido a 6 de Maio de 1856 e falecido a 23 de Setembro de 1939, boa barba, uma inteligência superior, escritor brilhante, prolífico, obssessivo no trabalho, gostava de cães (e julgo que de gatos também). Coleccionava tudo e mais alguma coisa e tinha o escritório atulhado de livros, objectos e tralha. Nunca se fala no que é absolutamente evidente neste homem: o pai da Psicanálise tinha imensa pinta. Muitos parabéns! E, já agora, obrigada pelos vinte e quatro volumes.

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publicado às 17:35

Rádio Blogue: Pobreza em Portugal

por Carla Hilário Quevedo, em 06.05.08

Através de um relatório do Instituto Nacional de Estatística, ficámos a saber que em Portugal há dois milhões de portugueses a viver no limiar da pobreza; ou seja, pessoas que auferem um rendimento de cerca de 360 euros mensais, e muitas nem sequer esse montante. Qualquer cidadão normal, para não dizer cristão, não fazendo parte de nenhum partido nem acreditando em demagogias bacocas, não pode deixar de se horrorizar perante a gravidade da situação. O problema é o seguinte: há cada vez mais pessoas nos meios urbanos ou rurais, nossos vizinhos ou mesmo amigos, que têm de optar por que refeições vão fazer naquele dia. As garantias de muitos não são as garantias de todos, e até podemos aceitar essa distinção; mas pelo menos que não haja fome, e que se erradique a pobreza envergonhada e descarada. Como é possível ter o mínimo de dignidade quando não há dinheiro para pão e leite? Visto que os governantes se ocupam com questões menores, como a lei antitabágica ou o acordo ortográfico, parace ser cada vez mais necessário do cidadão que participe em acções de voluntariado. É sensível à situação de carência em que vive cerca de um quinto da população portuguesa? Contribui activamente para ajudar pessoas necessitadas? O voluntariado é um dever cívico?

 

Publicado ontem no Meia-Hora. Deixe a sua opinião através do número 21 351 05 90 ou no Jazza-me Muito. Os seus comentários vão para o ar na Rádio Europa à sexta-feira, às 10h45, e ao domingo, às 14h15.

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publicado às 08:44

Cinco anos é o mínimo

por Carla Hilário Quevedo, em 06.05.08

 

Blogoooooooonnnnnn Abrupto!

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publicado às 08:36