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Gostar de homens*

por Carla Hilário Quevedo, em 13.05.08

G. K. Chesterton

 

* copyright Tiago Cavaco, também grande apreciador.  

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publicado às 22:26

Só me apaixono por autores em pó e personagens de ficção*

por Carla Hilário Quevedo, em 13.05.08

"Heavens! to think of the dull rut of the sceptics who go on asking whether we possess a future life. The exciting question for real scepticism is whether we possess a past life." G. K. Chesterton, The Extraordinary Cabman.

 

* Gosto de amores platónicos, só pode ser isso.

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publicado às 22:12

Diferenças fundamentais

por Carla Hilário Quevedo, em 13.05.08

"It is definitely true that the stronger the love of both lovers, the stronger will be the happiness. But it is not true that the stronger the play of both croquet players the stronger will be the game." G. K. Chesterton, The Perfect Game.

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publicado às 19:21

Educação musical (51)

por Carla Hilário Quevedo, em 13.05.08

 

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publicado às 17:19

Educação musical (50)

por Carla Hilário Quevedo, em 13.05.08

 

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publicado às 17:10

Rádio Blogue: Josef Fritzl

por Carla Hilário Quevedo, em 13.05.08

As declarações recentes do austríaco Josef Fritzl sobre a filha que violou e manteve fechada na cave da casa durante 24 anos, juntamente com mais uma série de filhos em conjunto, uns que adoptou, outros que encarcerou, devem ser analisadas. Diz Fritzl que "não é um monstro", que "queria proteger a filha das drogas", e que "podia ter morto todos e assim nunca ninguém saberia de nada". As palavras do déspota incestuoso foram reproduzidas com uma expressão teatral pelo seu advogado Rudolph Mayer. Se os argumentos da defesa são estes, ficámos a saber que Fritzl não é inimputável. Estamos perante uma criatura que não sabe distinguir entre o bem e o mal. Ora, não ter moral não é o mesmo que ser louco. Caso resolvido: prisão perpétua, e de preferência passada numa cave. Mas de todas as perplexidades que este caso suscita, talvez me restem duas: como é possível que a mulher do monstro não tenha investigado mais a fundo o desaparecimento da própria filha, e como conseguiu Fritzl construir aquela cave sem nenhuma interferência. Em Portugal, teríamos logo um vizinho a fazer queixa porque a ele ninguém deixava ter uma cave! Será afinal vantajosa a cobiça lusitana? Ou serão os Portugueses moralmente mais robustos do que os Austríacos? O que pensa sobre este caso?

 

Publicado ontem no Meia-Hora. Deixe a sua opinião através do número 21 351 05 90 ou no Jazza-me Muito. Os seus comentários vão para o ar na Rádio Europa à sexta-feira, às 10h45, e ao domingo, às 14h15.

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publicado às 08:24