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Dos Antigos

por Carla Hilário Quevedo, em 18.07.08

Rembrandt, Jakobs Kampf mit dem Engel, 1659

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publicado às 12:15

Adoradores dos assassinos de crianças

por Carla Hilário Quevedo, em 18.07.08

"Durante dois anos e quatro dias, as famílias dos soldados Eldad Regev e Ehud Goldwasser agonizaram por notícias. 
 

Foi encontrado sangue onde o Hezbollah os raptara a 12 de Julho, mas mantinha-se a incerteza de lhes ter sido prestado qualquer auxílio médico. ‘Tomar conta’ dos que arriscam a vida por nós é um valor tão arreigado em Israel que nos dispomos a negociar em troca de um sinal de vida. Pagámos um preço elevado por estes nossos filhos, ontem regressados mortos.

 

Israel libertou quatro membros do Hezbollah e o ‘herói’ Samir Kuntar, um terrorista desprezível que em 1979 arrombou a casa de Danny Haran, fazendo-o e à sua filha de quatro anos, Anat, reféns. Antes de lhe esmagar a cabeça, Kuntar obrigou a criança a vê-lo matar o pai à queima-roupa. Em 29 anos de prisão, este assassino de crianças aprendeu hebraico, casou-se e licenciou-se. O Hezbollah recebe ainda os corpos dos mortos na II guerra do Líbano e em ataques infiltrados. Entre estes, o de Dalal al-Maghrabi, autora do massacre de Coastal Road que vitimou 37 israelitas.

 

O Hezbollah, organização terrorista patrocinada pelo Irão, continuará obcecado em destruir Israel, desestabilizar o Líbano e idolatrar assassinos. Que não restem dúvidas: se Israel tem como imperativo moral trazer os seus soldados de volta, rejeita qualquer tentativa de legitimar o Hezbollah.

 

A comunidade internacional tem de reconhecer o perigo que a organização e os seus parceiros representam para a estabilidade na região e apoiar os que buscam a Paz através do diálogo e do compromisso."

 

Aaron Ram, Embaixador de Israel em Portugal, Correio da Manhã de ontem.

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publicado às 10:30

Vasco Pulido Valente, sempre*

por Carla Hilário Quevedo, em 18.07.08

"Numa sociedade miserável, o que se redistribui é sempre a miséria. Em 30 anos, Portugal chegou até onde a realidade e a "Europa" lhe permitiram chegar. Embora com erros, com desperdício, com ineficácia, a Segurança Social, o Serviço de Saúde e mesmo o "sistema educativo" redistribuem mais do que nunca se redistribuiu em toda a nossa a história. Se a desigualdade continua é porque os 20 por cento de pobres não ganham o que deviam ganhar e não porque os 20 por cento de portugueses mais ricos paguem ao Estado menos do que deviam pagar. A desigualdade continua porque o país não produz, não exporta, não investe e não poupa; porque se endivida; e porque o Estado o desorganiza, corrompe e abafa. Isto é a evidência. Infelizmente, de quando em quando, convém repetir a evidência." No Público de hoje.

 

* copyright FNV. A propósito: então?

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publicado às 10:04