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Carol Burnett - Everybody Ought To Have a Maid (Stephen Sondheim)

por Carla Hilário Quevedo, em 16.09.08

 

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publicado às 20:08

John Barrowman & Ruthie Henshall - Anything You Can Do

por Carla Hilário Quevedo, em 16.09.08

 

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publicado às 20:01

Fred Astaire, Nanette Fabray, Jack Buchanan - Triplets

por Carla Hilário Quevedo, em 16.09.08

 

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publicado às 19:43

Galinha dos ovos de ouro

por Carla Hilário Quevedo, em 16.09.08

 

Vejo no jornal The Guardian, um vídeo sobre um novo tipo de galináceo descoberto por cientistas na Índia. O objectivo é o mais nobre: combater a crise alimentar mundial, sobretudo num país cuja população empobreceu ainda mais na sequência da exploração em massa da criação agrícola. Os animais são alimentados a medicamentos e fechados em gaiolas pequenas em estufas. As galinhas brancas com peitos anormalmente dilatados quase não têm sabor, por isso precisam de temperos e molhos para serem ingeridas. Não são animais tratados com estima, boa comida e ar puro. Ou seja, as poedeiras vendidas ao Kentucky Fried Chicken são infelizes. O Ocidente pobre consome os hambúrgueres e as coxas de frango fritas e depois faz estudos sobre a crescente obesidade infantil. Mas agora tudo vai mudar. Os cientistas recriaram a galinha Giri Raja, uma espécie antiga, robusta e com penas brilhantes. Esta galinha tem a particularidade de não sobreviver em cativeiro. É um tipo de animal que só pode viver ao ar livre e num ambiente sossegado. Volta a haver esperança para as famílias indianas mais pobres. E, de uma forma menos directa, para o mundo também.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 13-09-08.

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publicado às 17:27

Rádio Blogue: Divórcio

por Carla Hilário Quevedo, em 16.09.08

Embora seja lisboeta, não penso que Portugal seja Lisboa. Aliás, Portugal é tudo menos Lisboa, sobretudo alguns bairros lisboetas privilegiados em que há casais que se divorciam sem nenhum impedimento prático e por qualquer motivo, desde o tédio à falta de amor. Longe de mim querer reduzir o divórcio às questões financeiras, mas não podemos esquecer este factor que diz respeito à sobrevivência, sobretudo das mulheres. Numa situação de divórcio, muitas mulheres ficam numa posição economicamente fragilizada. A libertação feminina não é uma realidade nacional, e não o é certamente nas gerações mais velhas. O abandono do lar deve ser facilitado, por exemplo, ao marido de uma mulher com cinquenta e cinco anos, com dois filhos a estudar, que deixou de trabalhar para ficar em casa? A discussão recente sobre a Lei do Divórcio e o veto presidencial assenta no seguinte: de um lado, o Partido Socialista defende a anulação da culpa, o que permite a qualquer um dos cônjuges terminar o contrato de casamento por simples vontade; por outro, o Presidente da República alerta a opinião para as consequências práticas de um acto sentimental, no qual o casamento não se baseia. Concorda com a nova Lei do Divórcio? Esta revisão era necessária? O que pensa a respeito do divórcio em geral?

 

Publicado hoje no Meia-Hora. Deixe a sua opinião através do número 21 351 05 90 ou no Jazza-me Muito. Os comentários que chegarem até quinta-feira, dia 18, às 15h, vão para o ar na Rádio Europa na sexta-feira, às 10h40, e no domingo, às 14h10.

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publicado às 08:22