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Brigitte Bardot
... tenho esta fotografia guardada há meses e, finalmente, percebi qual é a canção que se adequa. É um tema de Stephen Sondheim que se chama Everybody Says Don't e que reza assim: Everybody says don't / Everybody says don't / Everybody says don't walk on the grass / Don't disturb the peace / Don't skate on the ice / Well / I / Say / Do / I say / Walk on the grass, it was meant to feel! / I / Say / Sail! / Tilt at the windmill / And if you fail, you fail.
Mary-Louise Parker
... se há coisa que me põe fula é quando aparece no fim dos episódios de Medium a indicação "to be continued". Ora, gaita! Está ali uma pessoa a dedicar o seu tempo a uma mulher cujos sonhos são úteis na resolução de crimes - ou mesmo para encontrar pessoas vivas e desaparecidas - e subitamente um interruptus obriga o espectador a suspender o seu interesse pelo fim da história durante uma semana. Isto aborrece-me muito. Para compensar temos sempre dois episódios seguidos de Weeds. Não que não haja uma interrupção à mesma, mas o espectador aceita essa regra das séries. Não há casos resolvidos em cada episódio. Weeds não tem fim. Mas está a acontecer algo curioso à nossa espectacular Nancy Botwin (além daquelas mini-saias tipo cinto que agora usa): é tudo tão perfeito nesta mulher que não é possível. Num dos últimos episódios até com um olhar deu a indicação de que sabia que algo podia correr muito mal por ter ignorado a hierarquia mexicana, indo falar directamente com o big boss e desacreditando o carrancudo Guillermo. Nancy Botwin está a parecer-se com uma personagem de banda desenhada, uma espécie de heroína com poderes especiais. Não sei se gosto muito. Quer dizer, gosto mas assim não há surpresas. E estou cada vez mais caprichosa.
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