Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



...

por Carla Hilário Quevedo, em 03.02.09

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:22

Destaque

por Carla Hilário Quevedo, em 03.02.09

Animal Rights History

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:17

A História pode repetir-se

por Carla Hilário Quevedo, em 03.02.09

Jean-Paul Nerrière é um homem de negócios francês que acaba de se reformar. Nas suas viagens de trabalho percebeu que os colegas estrangeiros se entendiam entre si sempre que falavam um inglês simples – tão simples que os colegas ingleses não percebiam nada. Pior ainda: quando estes falavam no seu melhor inglês ninguém os entendia. Era uma língua demasiado subtil e prolixa para simples empresários. Nerrière concluiu então que algo novo se estava a formar e escreveu um livro sobre o assunto: «Não fale inglês, fale Globish». Esta nova língua resume-se a um inglês de apenas 1500 palavras. Aprende-se depressa e é fácil de falar, mas não tem metáforas nem humor. Os compatriotas de Nerrière acusam-no de promover a língua de Shakespeare em vez da nobre e quase arcaica fala de Flaubert. Mas Nerrière diz que essa guerra já era. Discordo do linguista improvisado. O Globish é a arma mais letal alguma vez inventada para pulverizar um idioma. Pior que o Spanglish (falado pelos hispânicas), o Engrish (usado pelos asiáticos) ou o Franglais. Daqui a 500 anos, tal como aconteceu ao latim, talvez o inglês seja uma língua morta recordada noutros idiomas de origem inglesa.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 31-1-09.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:15

Adenda

por Carla Hilário Quevedo, em 03.02.09

Entre o Facebook e o Twitter, mil vezes o segundo. Felizmente não tenho tempo para experimentar.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:10

Apologia dos blogues

por Carla Hilário Quevedo, em 03.02.09

Ao tentar perceber o que eram o Facebook e o Twitter, dei por mim boquiaberta com o carácter absurdamente doméstico do primeiro e com a perda de tempo que representa o segundo. Durei umas horas no Facebook. Resolvi sair quando percebi que pouco tempo depois de me inscrever tinha seis «amigos», um dos quais os Buraka Som Sistema. O Facebook pode ser o suprassumo da barbatana dos contactos mas não serve para quem prefere o convívio de carne e osso, a leitura e a escrita. No Facebook ninguém escreve nada de jeito. Temos fotografias de família partilhadas com um grupo de vinte (ou trezentos) «amigos» e links para páginas de cantores e filmes preferidos. Se a velhice é a segunda infância, os quarentas são a segunda adolescência. Dizem que é uma boa maneira de manter contacto com pessoas. Mas porque há-de alguém mostrar a família a uma pessoa (ou a trezentas) com quem não fala há anos? É o carácter público dos blogues que obriga os autores a ter pudor. Mesmo os mais intimistas são criativos num espaço à vista de todos. Alguns bloggers escrevem bastante e trocam pontos de vista. Com excessos por vezes disparatados e originalidade, sim. E um anonimato refrescante.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 31-1-09.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:02

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 03.02.09

 

Elizabeth Hurley

 

... de tanga após a compra de uma série de coisas que melhoram algumas vidas. Algumas passaram por aqui, outras não. E a pensar que gosto muito de um certo ambiente de fresca decadência, mas não sou capaz de explicar o que é isto. Só pode ser um ambiente artificial, mas ao mesmo tempo por fim humano (por isso gosto tanto disto). Ainda finalmente: bomba inteligente é agora título de uma série. Já vimos aqui e agora aqui.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:56