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Agradecimento

por Carla Hilário Quevedo, em 17.02.09

Ao Tiago Cavaco, por ter apresentado a bela First Things, muito obrigada.

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publicado às 20:16

Bomba de Ouro

por Carla Hilário Quevedo, em 17.02.09

"Depois de anos de ascese, cheguei ao ponto de não saber o nome do governador de nenhum estado brasileiro." Alexandre Soares Silva 

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publicado às 20:14

Camille Paglia também não foi ao debate

por Carla Hilário Quevedo, em 17.02.09

Sobre os casamentos civis entre pessoas homossexuais do mesmo sexo, Camille Paglia escreveu aqui (em resposta à última questão pertinente: Why the hell should gays want to marry?) e aqui (com certeza ao gosto dos liberais que querem o Estado fora de seja qual for o casamento).

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publicado às 19:50

Pena não ter ido ontem ao debate

por Carla Hilário Quevedo, em 17.02.09

O fim do casamento, de Manuel João Ramos.

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publicado às 14:01

Williamson, o mentiroso

por Carla Hilário Quevedo, em 17.02.09

O tema do bispo lefrebvista, Richard Williamson, e as suas declarações negacionistas da Shoah, parece quase esgotado. No que diz respeito à posição lamentável do Vaticano, a desculpa mais sensata que ouvi até agora foi a de Vasco Pulido Valente: até na mais sofisticada burocracia do mundo pode haver uma falha de comunicação. Isto, para mim, é suficiente e só espero que o bispo burocrata responsável pelo dossier seja posto no olho da rua e depressa. Williamson já foi demitido do cargo de director do seminário ultra-tradicionalista Fraternidade Pio X situado em Moreno, a umas dezenas de quilómetros de Buenos Aires. Se o bispo negacionista tivesse chegado à Argentina há uns cinquenta anos até se podia ter cruzado com Adolf Eichmann, que o podia ter esclarecido sobre pormenores logísticos, características do Zyklon-B, o gás usado pelos nazis, e assim acertar as suas contas. Ou com os Schindler, que emigraram para a Argentina em 1948 (Emilie, a mulher de Oskar, viveu ali até 2001) e estavam mais que habilitados a explicar-lhe aquela parte do genocídio que não percebeu. Mas Williamson era muito novo na altura e os jovens, já se sabe, não querem saber de História para nada.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 14-2-09.

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publicado às 13:43