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por Carla Hilário Quevedo, em 26.05.09

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publicado às 11:40

Destaque

por Carla Hilário Quevedo, em 26.05.09

Delito de Opinião

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publicado às 11:38

Alto, louro, olhos azuis

por Carla Hilário Quevedo, em 26.05.09

 

The Mentalist é o título de uma nova série exibida na RTP 2, às terças, pelas 22h40. Com a primeira temporada ainda a chegar ao fim nos Estados Unidos, esta série está a ser um enorme sucesso. A beleza do protagonista ajuda. Simon Baker é Patrick Jane: alto, louro, de olhos azuis. Investigador policial com um passado duvidoso de adivinho comunicador com as almas do Além, Jane resolve todos os casos sem nunca deixar que a sua equipa intervenha. Penso que o sucesso desta série se deve à recuperação de uma certa ideia de heroicidade clássica do século passado. Jane é infalível a resolver os problemas ao mesmo tempo que é incompreendido e bastante detestado pelos seus pares. Em todos os episódios paira um crime que Jane, apesar de todas as capacidades dedutivas, não conseguiu prever nem resolver. A mulher e o filho foram mortos por Red John, um assassino em série. The Mentalist tem o encanto das narrativas policiais antigas. Temos o herói brilhante e martirizado, capaz de solucionar todos os problemas excepto o próprio. Esta série pode ter uma narrativa convencional mas eu é que não vou perder um único episódio do atormentado alto, louro, de olhos azuis.

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publicado às 11:37

Coisas bem feitas

por Carla Hilário Quevedo, em 26.05.09

Gostar de livros não passa só por pegar no objecto, sublinhar as frases memoráveis e rabiscar breves anotações nas margens. Um livro não deixa de o ser só porque está noutro formato. Com o aparecimento dos leitores digitais, como o Sony Reader, o BeBook ou o Kindle DX – magnífico este recente gadget com um ecrã maior e capacidade para armazenar cerca de 3500 textos – é possível ler livros inteiros e outros documentos numa maquineta sofisticada e sem fios. A ideia é contestada pelos pouco entusiastas das novas tecnologias. Mas isso só acontece porque nunca experimentaram as maravilhas da tinta invisível. Agora é possível conciliar os textos mais antigos de autores gregos e latinos com a mais sofisticada das tecnologias. A mistura é perfeita. Vamos imaginar que quero descarregar um dos textos muito bem traduzidos de Plutarco ou Xenofonte disponíveis na biblioteca/editora Classica Digitalia da Universidade de Coimbra. Vou ao site e descarrego gratuitamente o texto que me interessa. Se me der um repente saudosista também posso encomendar o mesmíssimo livro em papel e escrevinhá-lo de uma ponta à outra. Viva a Classica Digitalia!

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 22-5-09.

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publicado às 11:29